quarta-feira, Julho 30, 2014

Curiosidade do dia

Há muitos anos, a caminho de Pitões das Júnias a pé, de mochila às costas, paramos para tomar um banho num paradisíaco rio de montanha.
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O Zé Alberto proferiu uma frase que nunca mais esqueci:
"Um dos caminhos para a felicidade de um homem passa por dar uns mergulhos em sítios como este"
Hoje, recordei esse dia e essa frase:




sábado, Julho 26, 2014

Curiosidade do dia


Finalmente, a primeira amora do ano.
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Amoras são sinónimo de Verão e de férias, por isso, este blogue interrompe-se aqui por uns tempos.

Aposto que isto na Europa é mais do que proibido!

"The Next Thing in Farm-to-Table? Mobile Slaughterhouses"
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Há tempos numa aldeia, Rio de Mel em Trancoso, de manhã bem cedo, no largo em frente à Junta de Freguesia, um jipe servia de farmácia, e um veterinário, presumo, e ajudante, falavam com os donos dos animais, um a um, enquanto lhes davam uma vacina qualquer, presumo outra vez, anual. Estavam ali cerca de 20 cães.
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Lembrei-me logo da resposta do meu tio padre à pergunta sobre o futuro da Igreja, havendo menos padres:
"- O Espírito Santo providenciará!"
A menos que as hipóteses de tentativa e erro sejam proibidas por uma qualquer ASAE.
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Os burocratas nunca teriam permitido a evolução que trouxe os mamíferos e os humanos, prefeririam a cristalização do que já se tinha conseguido, independentemente do mundo continuar a mudar.

Para os que se preocupam com a China

Recomendo a leitura de "Ethiopia Becomes China’s China in Global Search for Cheap Labor".
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Recordar "Parte 1 - "light their pants on fire""
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Como fixei esta semana:
"O problema não é o rato no meio do labirinto, o problema é o labirinto dentro do rato."

Quem quer aproveitar?

"Why do emerging markets need to develop global brands?  The point is that as it becomes more and more expensive for them to produce goods, they’re going to have to move forward from simply being the manufacturing capitals of the world. And related to this is the transformation that is taking place, where for almost 40 years, China has been a manufacturer for the world. In the next ten years, the world will manufacture for China. There is no doubt about it.
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You are already seeing it with respect to luxury goods, the wine market, and for a lot of the commodity markets like food and oil.  China and India are not going to simply be export machines, but also going the largest import machines in the world."
Trecho retirado de "Emerging brands go global"
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BTW, perguntei aqui se a indústria de lacticínios nacional estava a aproveitar a sede chinesa por leite. Depois, percebi que estavam proibidas de o fazer, sequelas das vacas loucas. Agora temos "31 empresas portuguesas de laticínios autorizadas a exportar para a China".

sexta-feira, Julho 25, 2014

Entretanto, o país incumbente move-se...

De acordo com o que li no Jornal de Notícias de hoje, peixeiras do mercado da Nazaré estão contra a abertura de uma peixaria no mercado, porque lhes rouba clientes.
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Entretanto o jornal informa que enquanto as peixeiras vendem o kg de sardinha a 8€, a peixaria vende a 4,5€.
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Entretanto, o país incumbente move-se "Não ao concessionamento de Lojas no ramo da peixaria no Mercado Municipal da Nazaré".
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Por que será que a produtividade em Portugal é cerca de metade da média dos países da OCDE?

No tal país que definha (parte III)

Parte I e parte II.
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Enquanto as Cassandras "lesboetas" se entretêm a envenenar o ambiente, produzindo os resultados esperados, "Maioria dos portugueses receia que pior da crise ainda está para vir", há gente que não espera que aconteça e faz acontecer:

Até na Construção e no Imobiliário já nascem mais e desaparecem menos empresas que no ano passado.
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Fonte: Barómetro Informa DB de Julho de 2014.

"Cada caso é um caso, tipo alfaiate, feito à medida"

O Bruno chamou-me a atenção para este artigo "Alfaiate de máquinas faz carrinhos em 32 segundos":
""Tudo o que sejam soluções que qualquer indústria precise, de melhorias de qualidade de produto, ganhos de produtividade, de segurança, nós desenvolvemos", explica o empresário. "0 produto final são linhas de montagem, células robotizadas, postos de trabalho independentes, ...
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A empresa produz unia solução de acordo com o que o cliente precisa. "Cada caso é um caso, tipo alfaiate, feito à medida. Tudo o que fazemos são protótipos". diz o empresário."
Lê-se isto e percebe-se logo porque é que o Bruno disse que se lembrou logo deste blogue. Ainda ontem, antes de ler o artigo, escrevi em "No tal país qe definha (parte II)":
"não estamos no campeonato do preço, estamos no campeonato da resolução de desafios"
Vou deixar para outra ocasião a análise do jornal. Não creio que inovação seja a estratégia seguida neste caso.

Leu aqui há vários anos...

Leu aqui há vários anos... e só agora está a chegar ao mainstream.
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As implicações assimétricas de Mongo, do Estranhistão, para as empresas grandes e para as PMEs e artesãos, em "Is This the Death of the Mass Brand?":
"Brands were created to convey information about products at a time when it was hard for consumers to get information. But our hyper-networked and data-engorged era is killing the very reason for mass-market branding. This leaves big brands vulnerable to hordes of quirky little unbrands. Today’s technology gives the advantage to companies that have deep relationships with consumers, and there are two key ways to get those relationships.
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to be small and intimate enough to connect with customers on a personal level, like craft brands on Etsy or apartment owners who rent their places through Airbnb. Coke, McDonald’s, Ford and the like can’t easily go in either direction. They’re kind of screwed.
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In fact, in this age of consumer information and relationships, a big brand can be a negative. A brand conveys consistency and safety; it says a can of Coke will taste the same whether in Syracuse or Strasbourg.
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As we get better information about small-scale competing products, people feel safe seeking out the unique, the undiscovered, the unbrands. [Moi ici: We are all weird!!!] Hilton becomes vulnerable to Airbnb’s one-of-a-kind dwellings. Tiffany becomes vulnerable to jewellery makers on Etsy.
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The result is a developing societal shift, as authors Itamar Simonson and Emanuel Rosen describe in their book, Absolute Value: What Really Influences Customers in the Age of (Nearly) Perfect Information. We used to want the brands everybody else had. We’re moving toward mass individualism, wanting stuff nobody else has."
BTW, Itamar Simondson e Emanuel Rosen não me convencem, não creio que o problema seja das marcas por serem marcas, o problema está no que o marcador "hollowing" conta, marcas que para chegarem ao maior número possível de pessoas se tornaram tão ocas, tão vazias, tão medianas que já só vivem da fama de outros tempos.

BTW2, há dias no Twitter favoritei a mensagem de Saul Kaplan:
"Turns out the mass market was an industrial era illusion."

Eficiência vs inovação

"To be fair, launching new businesses within a large organization is not an easy task.  The pursuit of efficiency creates a culture that is adverse to variance [Moi ici: Reduzir a variância, a variabilidade não é mau. O que o autor quer dizer é variedade, mais eficiência implica menor variedadeand experimentation, and rejects the “failure” that is a natural byproduct of experimentation and entrepreneurship.
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Creating new businesses in any environment is difficult.  But unfortunately, much of the difficulty of doing this within a large company is self-inflicted.  Below are several of the most common mistakes that enterprises make in the pursuit of net new growth"
Cá está o que escrevo aqui no blogue há anos e que nem sempre é compreendido. A busca da eficiência pode tornar-se uma obsessão que obstaculiza a variedade e a inovação.
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Trecho retirado de "The Seven Deadly Sins of Large Company Innovation"

quinta-feira, Julho 24, 2014

No tal país que definha... (parte II)

Parte I.
"Com o contributo dos mercados europeus, está cada vez mais próximo o objectivo fixado por este sector tradicional de quebrar a "barreira mítica" dos 13 mil milhões de euros de vendas ao exterior no final de 2014.
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É mais um recorde para o sector metalúrgico e metalomecânico. Os 1.266 milhões de euros exportados em Maio constituem "o mais elevado valor mensal de exportações desta indústria desde que há registos detalhados sobre o tema", assinalou a associação do sector (AIMMAP)."

Lembrei-me logo de uma frase que li há dias no FB:
"Chama o Barros que ele resolve!" 
Como explicava o Presidente da Associação Portuguesa de Fundição, não estamos no campeonato do preço, estamos no campeonato da resolução de desafios.

Trecho retirado de "Maio foi o melhor mês de sempre para as exportações de metal português"

Para reflexão

"Marketers obsess over acquisition. Even as the lines between marketing and customer experience blur, our survey respondents prioritize customer acquisition efforts over nurturing and deepening relationships with their most valuable and loyal customers."
Trecho retirado de "Why Customer Retention Is More Important Than Acquisition"

Mensagem preciosa

"The most important concept in pricing is to price based on what your customers are willing to pay, not your costs."
Trecho retirado de "Picking a Favorite Pricing Lesson"

BSC numa IPSS (parte VII)

Parte I, parte II, parte IIIparte IVparte V e parte VI.
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Nem de propósito, ontem comecei a ler "Balanced Scorecard Evolution - A Dynamic Approach to
Strategy Execution", de Paul Niven, e logo no princípio apanhei este trecho:
"The primary distinction between objectives and strategic initiatives is that the former are meant to be ongoing, while the latter have a clear beginning and end point. They are projects of a short‐term (typically) duration that have been designed to assist an organization in correcting a performance deficit."

Acerca das experiências, expectativas e narrativas

Um texto sobre a prova de vinhos "" mas que é muito mais do que isso, um texto sobre as experiências.
"no event or object is ever experienced in perfect, objective isolation. It is instead subject to our past experiences, our current mood, our expectations, and any number of incidental details—an annoying neighbor, a waiter who keeps banging your chair, a beautiful painting in your line of sight. With something like wine, all sorts of societal and personal complications come into play, as well.
...
Expectations, ... can influence our experience in two interrelated ways. There is the conscious influence, ... Then there are the unconscious factors
...
people’s expectations of a wine’s price affected their enjoyment on a neural level: not only did they report greater subjective enjoyment but they showed increased activity in an area of the brain that has frequently been associated with the experience of pleasantness.
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Even your ability to pronounce a winery’s name can influence your appreciation of its product—the more difficult the name is to pronounce, the more you’ll like the wine.
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Expectations seem to matter on a fundamental level: they may affect the physiology of taste itself.
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And a product, in turn, isn’t just the object itself: it’s everything we know about it."
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Trechos retirados de "What We Really Taste When We Drink Wine"

quarta-feira, Julho 23, 2014

E se? Duh!

Ao ler "E se a próxima crise financeira já estiver a caminho?"
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Sobretudo:
"Quanto maior o risco, maior o juro exigido. Essa é a teoria.
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As taxas de ‘default' corporativo estão artificialmente baixas: empresas que no passado se teriam debatido para aceder aos mercados de crédito estão a conseguir levantar dinheiro para se refinanciarem. (...) Entretanto, a liquidez no mercado começa a desaparecer".
...
Se as taxas de juro aumentarem 2%, metade do sector empresarial vai desaparecer"."
E conjugar com o esquema:

 + risco ---> + juro ---> necessidade de rentabilidades mais elevadas ---> maior mortalidade empresarial por incumprimento da bitola dos juros.

BSC numa IPSS (parte VI)

Parte I, parte II, parte IIIparte IV e parte V.
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Do texto podemos ler e inferir estas relações de causa-efeito:
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Por que queremos reduzir custos e aumentar a satisfação dos clientes, queremos informatizar alguns processos executados pelos trabalhadores. Para realizar esta informatização temos de adquirir um software de gestão, para isso temos de estudar as necessidades internas, temos de estudar as alternativas no mercado, temos de adquirir , comprar, implementar, formar e treinar os colaboradores.
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Com este exemplo mostramos porque acreditamos que uma iniciativa não se resume a uma acção, é antes um conjunto de acções.
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Um exemplo:

Esta é a tal beleza poderosa que mencionava há dias aqui no blogue.
  • as actividades que no seu somatório constituem uma iniciativa, são "o que fazer?"
  • o quem são as responsabilidades, são o "quem faz?"
  • o cronograma é o "quando fazer?"
Implementar uma estratégia deixa de ser conversa e passa a ser algo claro, monitorizações, verificavel. 
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Para melhor enquadrar as iniciativas estratégicas e integrar toda a informação desenvolvida entretanto, uso uma ferramenta chamada ficha de missão. A ficha de missão começa com a listagem dos problemas identificados no quotidiano da empresa e, que a impedem já hoje de ter o desempenho proposto para as metas dos indicadores, problemas identificados segundo a Teoria das Restrições.
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Exemplo:
Além dos problemas, as consequências dos mesmos.
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Por fim, que indicadores permitirão avaliar a eficácia da iniciativa?





Acerca do uso de personas

Na sequência de "O meio pode albergar posições intermédias viáveis" e de "não é uma pré-escolha, é uma consequência" o ponto de partida pode muito bem ser algo deste tipo "Using Buyer Personas to Target Your Content":
"Many companies tend to forget that their customers are actual people and lapse into the same corporate sales speak that they use around the office.
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a buyer persona is “a semi-fictional representation of your ideal customer based on market research and real data about your existing customers.” A good set of buyer personas will segment your audience in useful ways so that you can tailor your messaging to targeted groups of people. But personas are more than just traditional audience segmentation. They tell your ideal customer’s full story.
...
“The ultimate goal is for them to feel real. You should almost feel like you’ve talked to that person. ... Culturally, the company should start talking about these people as people.”"
Mesmo para B2B isto faz sentido e pode ser o ponto de partida para um bom trabalho de base a nível de pricing.
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Por exemplo, nos meus tempos de commodities químicas, PVC, os clientes compravam o produto da minha empresa porque era o mais barato, porque era o que tinha o preço por kg mais baixo.
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Sabendo o que sei hoje, se eu trabalhasse para a concorrência, ajudaria os clientes a ver mais longe.
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O que é que procura realmente, a matéria-prima mais barata ou a matéria-prima que lhe permite ganhar mais dinheiro?
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Já reparou que o nosso produto, apesar de ser mais caro tem uma densidade superior? Ou seja, consegue meter mais material por unidade de tempo na extrusora, logo, consegue produzir mais metros lineares de tubo por unidade de tempo, logo, é mais produtivo e, isso mais do que compensa a diferença de preço. Olhe aqui para estas contas...

Acerca da clareza de uma estratégia

Excelente artigo de Matthew May "You Know You’re Clear On Strategy When…":
"It's fine to want a new strategy, but it doesn't make sense to move to a new strategy if you're not completely clear on the current one, because formulating a new strategy starts with defining a strategic problem culled from the current strategy.
...
Once you're clear on your current strategy, then (and only then) you can talk about the most troubling areas of that strategy, and begin to contemplate a new one."

A sua empresa tem uma estratégia, todas as empresas têm uma estratégia, mesmo quando não a conhecem, mesmo quando não foi pensada e desenhada conscientemente. Há sempre uma forma dos humanos se acomodarem a padrões de comportamento que cristalizam numa estratégia.
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Conhece-a?
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Já pensou nela?

terça-feira, Julho 22, 2014

Curiosidade do dia

Com o calor... com a exuberância climática... mais uma vítima:


"não é uma pré-escolha, é uma consequência"

Ontem, ao final da tarde, tinha uma chamada de atenção do @pauloperes para este artigo.
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Antes de mergulhar na sua leitura e, certamente influenciado pelo postal da manhã "O meio pode albergar posições intermédias viáveis", dei comigo a "brincar" com o título:
"Should Organizations Focus on Efficiency or Innovation? Both. Here’s Why."
E a substituí-lo por:
"Organizations Should Focus on Target-Customers"

Saber se o foco é a eficiência ou a inovação, não é uma pré-escolha, é uma consequência de se perceber quem são os clientes-alvo e o que é que procuram e valorizam.

BSC numa IPSS (parte V)

Parte I, parte II, parte III e parte IV.
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Ao desenhar um mapa da estratégia traduzimos uma narrativa, uma história, num conjunto de relações de causa-efeito plausíveis entre objectivos estratégicos.
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Objectivos estratégicos são conversa, conversa bem intencionada mas, ainda assim, conversa. Então, temos de traduzir cada objectivo estratégico num ou mais indicadores que permitam medir e monitorizar o desempenho com alguma objectividade.
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Se olharmos para o quadro de indicadores escolhidos pela IPSS, tanto veremos indicadores interessantes, como, por exemplo:

  • % de inscrições canceladas nos últimos dois anos; e
  • % redução de custos com FSE
Como veremos indicadores que ilustram como o objectivo estratégico é mais uma actividade a desenvolver no âmbito de uma iniciativa, do que um objectivo que deva fazer parte do mapa, por exemplo:
  • Aumentar a segurança
  • Implementação de um sistema de avaliação de colaboradores

Adiante!
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O desempenho, medido pelos indicadores, não melhora só com energia positiva ou conversa da treta, o desempenho actual é um produto perfeitamente natural da forma de trabalho actual. Se aspiramos a um desempenho superior num futuro desejado, então, temos de mudar a realidade que gera o desempenho e criar a organização do futuro desejado, a única capaz de produzir os resultados futuros desejados de forma perfeitamente natural e sustentável. A mudança tem de passar por alterações nos recursos e infraestruturas (por exemplo, combinações de: melhorar comportamentos, melhorar competências, melhorar instalações, melhorar equipamentos e sistemas de informação, melhorar cultura organizacional, ...)

O que é preciso mudar?
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A maioria das organizações recorre a brainstormings ou a entrevistas aos gestores, para enumerar as potenciais iniciativas. Pessoalmente, prefiro recorrer à Teoria das Restrições! (pormenores aqui, aqui, aqui e ainda aqui)
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Adiante!
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Dada a forma como interpreto o mapa da estratégia, só equaciono iniciativas que afectem directamente as perspectivas de recursos e infraestruturas e a perspectiva dos processos internos. As alterações promovidas por essas iniciativas vão, esperamos nós, desencadear o dominó de causa-efeito, que resultarão nas consequências desejadas medidas nas perspectivas de clientes e financeira. 
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Por exemplo, podemos colocar um objectivo estratégico na perspectiva financeira para medir a redução do custos. No entanto, onde é que temos de actuar para reduzir os custos?
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A IPSS propõe-se actuar junto dos fornecedores, para reduzir os FSE. É uma negociação pontual ou uma alteração dos processos de negociação? Se é um evento pontual estamos a falar de uma iniciativa e não de um objectivo estratégico. Se queremos passar a negociar melhor de uma forma consistente, então, temos de mudar de actuação, temos de mudar no processo de compra, e/ou no processo de selecção de fornecedores, e/ou nas competências dos trabalhadores que negoceiam.
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É por isto que não sou adepto de iniciativas nas perspectivas de clientes e financeiras.
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Ainda voltaremos a uma parte final sobre a apresentação das iniciativas.
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Continua.

Pena que não haja espaço ...

Lembram-se das afirmações de Belmiro de Azevedo relatadas em "Curiosidade da manhã"?
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O preço mais baixo... permeia a cultura Sonae.
"no documento apresentado aos analistas a empresa adianta que o objectivo é "concentrar a produção nas unidades mais eficientes por forma a melhorar a capacidade de utilização""
Pena que não haja espaço para uma unidade subir na escala de valor...
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BTW, encerramento ou venda de fábricas em França, Espanha, Inglaterra, Alemanha... tudo países em que a produtividade dos trabalhadores é superior e mesmo muito superior à dos trabalhadores portugueses. Faz soar alguma campainha?

No tal país que definha...

No tal país que definha, porque o Estado não pode continuar a endividar-se orgiacamente, como o fez durante uma década, acontece isto:

Relativamente ao turismo sublinhar este ponto:
"São recordes sobre recordes. No mês de maio, as receitas turísticas voltaram a crescer em relação aos valores historicamente altos do ano passado (+12,3%)"