"A new Gallup poll finds that 52% of all full-time workers in America are not involved in, enthusiastic about or committed to their work. Another 18% are “actively disengaged,” meaning they’ve gone beyond just checking out mentally and could even be undermining colleagues’ accomplishments.Trecho retirado de "The State of the American Workplace Is…Meh"
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That leaves just 30% of American workers who feel excited about their jobs.
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But one of the biggest predictors for a passionate workforce is company and team size, Gallup found: Workers at firms with 10 or fewer employees, or those on teams with five to nine employees, reported higher engagement levels than those in larger groups.
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Gallup estimates that actively unhappy workers cost the U.S. $450 billion to $550 billion a year, due to high absenteeism and turnover, quality-control issues and lost productivity."
sexta-feira, junho 14, 2013
Curiosidade do dia
OMG
Sim a burocracia é um cancro!
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Sim a burocracia é um custo muito elevado para as PMEs!
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Sim a burocracia é um saco às costas de quem de tem de fazer provas de sprint!
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Mas daí chegar a afirmações destas "Eliminar a burocracia é a única via para aumentar a produtividade ".
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Reparem "é a única via"!!!!!!!!!
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Isto só desqualifica quem profere estas afirmações... e é triste que este lixo tóxico ocupe a largura de banda e não deixe outras informações circularem...
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Com que então a única via para aumentar a produtividade passa pela eliminação da burocracia... reparem, as empresas nem têm de fazer nada. O problema e a solução está fora das empresas, estas não precisam de repensar clientes-alvo; estratégias; modelos de negócio; produtos e serviços; organização e métodos de trabalho; relações pessoais; ... basta lá fora a burocracia ser eliminada.
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Não precisam de se mexer internamente, basta fazer pressão e lobby junto do poder e de quem o influencia para conseguir a boleia...
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Como será que interpretam a distribuição de produtividade intra-sectorial?
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Enfim...
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Sim a burocracia é um custo muito elevado para as PMEs!
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Sim a burocracia é um saco às costas de quem de tem de fazer provas de sprint!
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Mas daí chegar a afirmações destas "Eliminar a burocracia é a única via para aumentar a produtividade ".
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Reparem "é a única via"!!!!!!!!!
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Isto só desqualifica quem profere estas afirmações... e é triste que este lixo tóxico ocupe a largura de banda e não deixe outras informações circularem...
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Com que então a única via para aumentar a produtividade passa pela eliminação da burocracia... reparem, as empresas nem têm de fazer nada. O problema e a solução está fora das empresas, estas não precisam de repensar clientes-alvo; estratégias; modelos de negócio; produtos e serviços; organização e métodos de trabalho; relações pessoais; ... basta lá fora a burocracia ser eliminada.
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Não precisam de se mexer internamente, basta fazer pressão e lobby junto do poder e de quem o influencia para conseguir a boleia...
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Como será que interpretam a distribuição de produtividade intra-sectorial?
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Enfim...
A lição dos nabateus
A propósito do que fazer com os resultados da construção da curva de Stobachoff da sua empresa:
O que fazer com os clientes não rentáveis?
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Cuidado com os esforços para rentabilizar esses clientes.
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E, relativamente ao clientes mais rentáveis, para reflexão "Maximum Profit Per Customer And The 80/20 Rule"
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Em vez de maximizar, talvez pensar em "satisficing"... outra vez a lição dos nabateus.
A conversa da treta na agricultura...
"E que se mantém uma elevada dependência externa em cereais e oleaginosas, representando as importações destas commodities 42,4% do valor global das importações de bens agrícolas. Em simultâneo, a dependência externa destes produtos tem-se agravado, com as importações a aumentarem em média 10,3% ao ano para os cereais e 12% para as oleaginosas."Enfim...
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A conversa da treta na agricultura...
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Podemos ter vantagem competitiva na produção de cereais e oleaginosas?
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Podemos ter vantagem competitiva noutras produções, com base no clima e terreno?
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O próprio texto diz tudo ao referir "commodities". Acaso um país pequeno pode competir na produção em que o negócio é preço/custo mais baixo?
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O que a nova gente que está a entrar na agricultura está a fazer é a não entrar no filme, em vez de um embate directo no mundo das quantidades, das commodities, apostar na diferença, apostar no valor acrescentado. Não tentam salvar o país e os seus desígnios estatísticos, tentam o sucesso dos seus projectos.
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Trecho retirado "Agricultura. Exportações só cobrem 48,4% das importações"
Isto é Mongo, isto é o Estranhistão, isto é o futuro, isto é o século XXI e isto é belo!
Ainda esta semana fui à prateleira do óleo (?) e fiquei parado a apreciar as prateleiras... o que já vi acontecer com o vinho, com o azeite, com o vinagre, com ... estava ali à minha frente com o sal.
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Várias marcas, vários tipos de sal, vários tipos, embalagens, cores, tamanhos e quantidades de sal, sal iodado, flor de sal e sei lá que mais.
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Em qualquer sector é possível apostar genuinamente no caminho menos percorrido, apostar em fazer diferente.
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Lembrei-me disto por causa de "Even Cement Can Be Special":
Os arquitectos são prescritores (ver sobretudo a parte II), influenciam ou determinam a escolha do cimento utilizado. Logo, quem aposta em desenhar um ecossistema da procura começa a trabalhar noutro campeonato, noutra liga:
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Isto é Mongo, isto é o Estranhistão, isto é o futuro, isto é o século XXI.
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Metropolis fica lá para trás enterrada, tal como Magnitogorsk!
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Várias marcas, vários tipos de sal, vários tipos, embalagens, cores, tamanhos e quantidades de sal, sal iodado, flor de sal e sei lá que mais.
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Em qualquer sector é possível apostar genuinamente no caminho menos percorrido, apostar em fazer diferente.
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Lembrei-me disto por causa de "Even Cement Can Be Special":
"even commodities have customers. And where there are customers there can be differentiation. And where there is differentiation, there can be innovation. (Moi ici: Muitas empresas nunca conseguem abandonar o buraco negro da commoditização porque nunca pensam a sério nos clientes, começam e acabam o pensamento competitivo em torno do produto... esquecem que os clientes não são todos iguais e que diferentes clientes procuram e valorizam coisas diferentes)Os arquitectos compram cimento? Não!
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Lets look at a company in an industry whose product is almost synonymous with the word commodity: cement."
Os arquitectos são prescritores (ver sobretudo a parte II), influenciam ou determinam a escolha do cimento utilizado. Logo, quem aposta em desenhar um ecossistema da procura começa a trabalhar noutro campeonato, noutra liga:
"Taking a lead from the fashion industry where celebrities like Giorgio Armani are influential trend-setters, Italcementi targets "archistars", rock-star architects whose ideas influence the behaviors and choices of the mass of architects."Em vez de pensar em massa, pensar caso a caso, pensar em desafio a desafio, pensar no job-to-be-done:
"design for this symbolic structure called for the use of extraordinary concrete, offering not only durability, but also a long-lasting brilliant white color. In order to satisfy this need, the Italcementi perfected TX Active, a photocatalytic white cement with self-cleaning properties based a technology that had been investigated years before but never before developed."Os atributos deste produto, embora extraordinários, não foram o ponto de partida. O ponto de partida foram os resultados pretendidos... como eu gosto de ir ao futuro mentalmente, para, depois, ser puxado para ele, em vez de andar à deriva a empurrar.
"Through the co-innovation process, architects get an essential raw material tailored to the needs of their projects. From Italcementi's perspective, the payoff is reduced risk. First, the work is associated with an actual revenue-generating project, which offsets development costs. Second, the product gets introduced with all the splash and hoopla associated with landmark project, increasing public awareness. Finally, the association of the product with an archistar increases the likelihood that other architects will incorporate the product into future mainstream, commercial projects down the line."Pois... "“Commodities only exist in the minds of the inept""
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Isto é Mongo, isto é o Estranhistão, isto é o futuro, isto é o século XXI.
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Metropolis fica lá para trás enterrada, tal como Magnitogorsk!
Marcadores:
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Olhos sempre virados para a frente, sempre
A propósito do tema abordado em "Chamem-me bruxo", David Birnbaum em "Understanding China’s Success":
"China’s faced three challenges:O mundo está sempre a mudar, o enrugamento é cada vez maior e novos picos aparecem e picos anteriores transformam-se em vales. Em vez de tentar resistir à mudança, ou sonhar com o regresso ao passado, abraçar o futuro, sempre transiente.
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1. China’s one-child per family policy has created the worlds greatest demographic time bomb. Population growth rate is now 0.5% per annum ranking china 152nd. China’s median age stands at 35.9. China is running out of worker.
2. Young women are now less willing to move thousands of mile from home to work in garment factories. Economic development has lead to better opportunities at home
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a. The garment industry is no longer a preferred industry. Work in sewing plants is difficult requiring log hours.
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b. Garment making has become low status. The same problem that brought Hong Kong, Taiwan and Korea in the first place — the inability to find workers — is now affecting China
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3. The local market is becoming increasingly more important than the export market, with the result that the production capacity for garment exports is declining. This has not yet become apparent because in the current poor economic environment, aggregate demand from the U.S. and EU demand for garment imports is also declining. However, when economic conditions improve and demand rises, customers will find that supply capacity has fallen.
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China’s current challenges produce an opportunity for its competitors to move ahead.
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The strategy for success is very simple.
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All that is required is for the governments and industries in these countries to be reliable."
quinta-feira, junho 13, 2013
Curiosidade do dia
Valdujo, Trancoso (12h30)
Porto de Ovelha, Almeida (17h30)
Porto de Ovelha, Almeida (17h30)
Porto de Ovelha é um bom exemplo de como a zona de Vilar Formoso a Barca de Alva é extremamente seca.
Alternativas à Inditex?
O Bruno Fonseca chamou a atenção para esta dependência da Inditex "Dona da Zara com mais fabricantes e menos empregos em Portugal":
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Entretanto, acabo de ler "Inditex: still in fashion?" e reforço a pergunta: Por que não procurar alternativas à Inditex?
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Nunca esquecer, a estabilidade é uma ilusão ... e é muito perigoso depender em demasia de um único cliente. Ele pode gostar muito de nós, mas os clientes dele podem deixar de gostar dele.
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Uma empresa deve procurar estar sempre à frente da próxima onda.
"São cada vez mais as fábricas portuguesas que trabalham com o grupo que detém marcas como a Zara, Pull&Bear ou Massimo Dutti. No ano passado, o número de produtores nacionais aumentou 35% face ao ano anterior, para um total de 394, acentuando assim a tendência registada de 2010 para 2011, quando a quantidade de fabricantes já tinha subido 29%."Eu gosto e respeito o grupo Inditex por causa da sua aposta na produção de proximidade, por causa do seu modelo de negócio assente na rapidez e na flexibilidade. Contudo, enquanto lia o artigo lá de cima pensava, por que não procurar alternativas à Inditex que também apostem na flexibilidade, rapidez e proximidade?
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Entretanto, acabo de ler "Inditex: still in fashion?" e reforço a pergunta: Por que não procurar alternativas à Inditex?
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Nunca esquecer, a estabilidade é uma ilusão ... e é muito perigoso depender em demasia de um único cliente. Ele pode gostar muito de nós, mas os clientes dele podem deixar de gostar dele.
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Uma empresa deve procurar estar sempre à frente da próxima onda.
Experiência, experiência, experiência
Via Paulo Peres (obrigado), cheguei a "Designing the business around the experience" que conjuga bem com "What 10-Foot Noodles Have to Do with Competitive Advantage":
Recordar:
"To find some measure of lasting advantage in today's markets requires companies to look for non-obvious ways to innovate. Competitive advantage from devising products and services that have more features or do more things fades seemingly overnight. Companies need, instead, to be on the lookout for innovative ways to wrap services around products, deliver unique customer experiences, or devise entirely new ways to deliver value."
Recordar:
Afasta-nos da guerra e coloca-nos no campo da empatia
Acerca da mensagem, da exortação para testar o caminho menos percorrido, algo sobre o qual os gurus dos media não falam, não conhecem, não valorizam, não aprenderam na escola, notar este ponto:
"Innovation starts at the edges. Not in the mainstream. And, so it is with game-changing businesses. They poses edge thinking."E claro, seguir o caminho menos percorrido afasta-nos da guerra com concorrentes e coloca-nos no campo da empatia com os clientes:
"When you think about it this way, you won’t be thinking about stealing tactics from competitors. You’ll be thinking about passionately communicating your belief through your daily actions with customers, partners, suppliers, etc."Trechos retirados de "Strategy doesn’t inspire people. Conviction does."
A mensagem mais antiga e mais corrente neste blogue
Já em 2007 por aqui se falava do "Red Queen effect", "Correr, correr, correr, só para não sair do sítio...".
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A maioria das pessoas e das empresas fica, está, prisioneira do "Red Queen effect". Farta-se de correr cada vez mais depressa para, simplesmente, conseguir ficar no mesmo sítio.
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E claro, como explica o dilema do prisioneiro, (2006) quanto mais correm pior ficam... e como esta prova não é para quem quer mas para quem pode... a maioria morre de anorexia.
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Há aqueles que aprendem a sair do filme!
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Há os que se apercebem da superioridade da eficácia sobre a eficiência!
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Esta é a mensagem mais antiga e mais corrente neste blogue: por favor, tentem o caminho menos percorrido!
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Assim, foi com um gosto enorme que li e saboreei "You can do anything if you stop trying to do everything":
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A maioria das pessoas e das empresas fica, está, prisioneira do "Red Queen effect". Farta-se de correr cada vez mais depressa para, simplesmente, conseguir ficar no mesmo sítio.
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E claro, como explica o dilema do prisioneiro, (2006) quanto mais correm pior ficam... e como esta prova não é para quem quer mas para quem pode... a maioria morre de anorexia.
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Há aqueles que aprendem a sair do filme!
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Há os que se apercebem da superioridade da eficácia sobre a eficiência!
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Esta é a mensagem mais antiga e mais corrente neste blogue: por favor, tentem o caminho menos percorrido!
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Assim, foi com um gosto enorme que li e saboreei "You can do anything if you stop trying to do everything":
"Productivity porn, that is. How to get more hours from your day.
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It's actually quite simple. The most accomplished people (Moi ici: E empresas) are simply experts at what they choose to do, not how they do it. Spend most of your time on the right things and the rest takes care of itself.
...
DO NOT FOR A SECOND believe it is enough to ‘work hard’. Hard work is not inherently a good thing. Hard work is a disgusting waste of your life when it’s thrown at the wrong things.
...
Spend most of your time on the right things. Don’t wait for permission. And get comfortable with declining everything by default."
Chamem-me bruxo
Em 2011 escrevia "Não é impunemente que se diz mal" agora leio "A "velha" indústria anda à procura de costureiras, técnicos e engenheiros" no JdN de ontem:
"Ern Guimarães lecciona-se em regime nocturno a única licenciatura em Engenharia Têxtil do País - das poucas que resistem na Europa. Desde 2008, as 30 vagas deixaram de ser preenchidas e têm entrado, em média,16 alunos por ano, sobretudo através do acesso especial para maiores de 23 anos e escolas tecnológicas. Este ano lectivo só quatro ingressaram por concurso nacional, e foi na segundada e terceira fases.Recordar a diferença aqui relatada "Por que é que calçado e têxtil têm tido desempenhos tão diferentes?":
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O desinteresse dos candidatos jovens é atribuído ao "medo de um sector muito carimbado pelo risco""
"Nesse mesmo evento de 20 de Fevereiro, uma das pessoas presentes, exterior ao sector do calçado, verbalizou para a plateia o seu espanto com o que via, algo que a minha companhia de viagem tinha referido menos de uma hora antes. Essa pessoa, tinha estado em várias dezenas de sessões do mesmo tipo noutros sectores industriais e o do calçado tinha algo que o diferenciava... a quantidade de gente nova à frente de novas empresas, ou de empresas de 2ª e 3ª geração."Razão tinha o João Alberto Catalão quando nos chamava a atenção para a toxicidade que nos rodeia a toda a hora.
quarta-feira, junho 12, 2013
39%
Ontem, ao contornar uma rotunda em São João da Madeira, lembrei-me das palavras de Mira Amaral e do número redondo que descobri na semana passada.
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Segundo Mira Amaral (recordar "O provincianismo nortenho"):
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Segundo Mira Amaral (recordar "O provincianismo nortenho"):
"Atraso na chegada da globalização manteve conhecimento em áreas onde podemos liderar, como a produção individualizada e em prazos rápidosSegundo os números que descobri na semana passada:
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o antigo ministro social-democrata aponta que o Norte diferencia-se, por um lado, ao “manter instalações industriais” que não foram arrasadas pela “globalização, que chegou cá atrasada, como todas as outras coisas”"
- Em 1999 o sector do calçado em Portugal tinha 53375 trabalhadores segundo as estatísticas da APICCAPS;
- Em 2010 o sector do calçado em Portugal tinha 32738 trabalhadores segundo as estatísticas da APICCAPS;
Ou seja, em 12 anos o sector do calçado em Portugal perdeu cerca de 39% da sua mão-de-obra e, para o senhor Mira Amaral, a globalização nem passou por cá. Estava tão entretido com a economia não transaccionável e com o dinheiro a ganhar a financiar centros comerciais, consumo e obras públicas que não viu nada, que lhe escaparam aqueles 39%.
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O calçado, para aprender a dar a volta ao choque chinês precisou de 5/6 anos e perdeu 40% da sua mão de obra.
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Conseguem imaginar o quão longe da realidade estão estes senhores que são convidados para botar faladura sobre a realidade...
Acerca da diversidade de estratégias
"There's a big hole in the enterprise — a gap that, until it is filled, will not let them meaningfully execute any strategy. Instead of trying to figure out what they're missing, and solve their biggest issues, they focus on finding a direction, any direction, to try to steer their ship.Quanto mais observo um mesmo sector de actividade, mais beleza consigo encontrar na diversidade de estratégias que consigo descobrir... o tal paralelismo com a biologia.
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But in the real world, the choice of a direction is just one element of strategy. It must be integrated with choices about one's identity, purpose, and capabilities.
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Those who want to be effective strategists thus have a lot to sort through — multiple value creation theories, and scores of approaches on creating strategy (with hundreds of books with advice on the topic). What if, instead of looking for one solution that works for everything, business strategists looked for ways to improve their own judgment and strategic focus? We think one approach to building this judgment is to look more freshly at the companies in your own industry. Who is winning and how are they doing it? What are the key drivers of your company's success? These are not simple questions, and that is why the topic of strategy still seems quite unsolved to many. But if you spend some time thinking about companies this way, you will find your own discernment — of internal and external factors — can improve.
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Most people, for example, recognize that different companies in the same industry approach strategy in very different ways — and this difference, in itself, drives their competitive advantage."
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E essa diversidade que traz a resiliência que funciona como vacina contra uma catástrofe sectorial.
Trecho retirado de "Focus Your Strategy By Assessing Others'"
Por onde começar?
Ao ler "Product > Strategy > Business Model" pensei logo no que escrevi em Novembro passado em "How to build a startup".
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Depois, encontrei esta outra reflexão "Product, Strategy, Business Model and Two ‘>’ Symbols"
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Depois, encontrei esta outra reflexão "Product, Strategy, Business Model and Two ‘>’ Symbols"
terça-feira, junho 11, 2013
Ainda não está maduro
Animo-me com a leitura do título "“Olhem para o Interior! Não somos um problema, somos uma solução”".
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Depois, percebo que ainda não está maduro...
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Percebo isso quando leio:
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A revolução começa a fazer-se pelos que não esperam o apoio de ninguém, até pelos que, desesperados, tentam, pela última vez, algo que parece pequeno, irrisório.
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Os que não esperam, tentam, não acreditam em gurus, não acreditam em professores ou consultores, tentam, amanham-se, fazem-se à vida e fazem germinar sementes onde mais ninguém acredita.
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BTW, pode não estar maduro mas já está no bom caminho da diferenciação e não da cópia do litoral:
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Depois, percebo que ainda não está maduro...
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Percebo isso quando leio:
"O presidente da Câmara de Miranda do Douro apela ao Governo que olhe para o interior como uma solução para a recuperação do país. “A recuperação do país não é apenas um conceito financeiro, não se faz apenas a partir de Lisboa, (Moi ici: Eheheh Eu cá penso de outra forma, a recuperação do país faz-se apesar de Lisboa) mas sim a partir de pequenas iniciativas e da aposta nos produtos endógenos”, defende o autarca em declarações à Renascença.Enquanto continuar a acreditar no apoio do Governo, deste ou do próximo, só demonstra que ainda não está maduro para a revolução.
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mas para isso precisa do apoio do Governo, de modo a “fixar jovens e investimento”, refere o autarca."
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A revolução começa a fazer-se pelos que não esperam o apoio de ninguém, até pelos que, desesperados, tentam, pela última vez, algo que parece pequeno, irrisório.
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Os que não esperam, tentam, não acreditam em gurus, não acreditam em professores ou consultores, tentam, amanham-se, fazem-se à vida e fazem germinar sementes onde mais ninguém acredita.
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BTW, pode não estar maduro mas já está no bom caminho da diferenciação e não da cópia do litoral:
"a partir de pequenas iniciativas e da aposta nos produtos endógenos”
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a Terra Fria é grande nos produtos que tem, na qualidade que tem
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onde existem pequenos produtores e iniciativas
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a região é um exemplo "ao nível agrícola, da produção animal, dos produtos cinegéticos e da cultura”"
Espiral recessiva
"Nos primeiros quatro meses do ano, Portugal exportou para Espanha 3.643 milhões de euros, mais 194 milhões do que nos mesmos meses do ano passado. Trata-se da maior variação positiva entre todos os países para onde as empresas portuguesas exportam. Espanha é destino de quase 23% das vendas nacionais ao exterior."Trecho retirado de "Espanha é o país para onde as exportações portuguesas mais estão a crescer em 2013"
BTW, a espiral recessiva continua:
Lc 10, 24
Na passada Quarta-feira, uma das mensagens de João Catalão foi esta:
Há momentos, ao olhar para o recém-chegado e-mail de uma multinacional, para a qual já prestei serviços em tempos, a promover um serviço pelo preço, apelando ao medo, agitando o papão do cumprimento legal, com um tamanho de letra que mais de metade dos que abrirem o e-mail não vão conseguir ler, sem o auxílio de uma lupa (mesmo em 'full-screen' custa a ler), a minha mente voou para os que apostam na interacção humana e pesquisei logo "cadeias low-cost" no blogue, para encontrar "O meu desafio seria outro..." e me regozijar com os pequenos que sabem o que os áridos gabinetes das multinacionais desconhecem ou são incapazes de replicar.
Há momentos, ao olhar para o recém-chegado e-mail de uma multinacional, para a qual já prestei serviços em tempos, a promover um serviço pelo preço, apelando ao medo, agitando o papão do cumprimento legal, com um tamanho de letra que mais de metade dos que abrirem o e-mail não vão conseguir ler, sem o auxílio de uma lupa (mesmo em 'full-screen' custa a ler), a minha mente voou para os que apostam na interacção humana e pesquisei logo "cadeias low-cost" no blogue, para encontrar "O meu desafio seria outro..." e me regozijar com os pequenos que sabem o que os áridos gabinetes das multinacionais desconhecem ou são incapazes de replicar.
Os terrenos que as PMEs podem aproveitar
"The CEO of a leading consumer company once said to me, “We could fill this conference room with customer research and yet we can’t seem to convert it into growth.” The problem? The research said nothing about gaps in the market where the company had a comparative advantage to close that gap with its particular set of enterprise capabilities. For example, the research showed that the company was not satisfying women’s need for variety and size ranges in apparel. This suggested a big opportunity. But seizing it would require the company to have an adaptable supply chain, which would adversely affect its efficiency and effectiveness across the entire business. Though the company’s variety and sizing pilots worked, it could not replicate them across the enterprise."O que este CEO sabia, é o que muitas PMEs ainda não perceberam.
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Há um segmento de mercado, há um posicionamento, há uma estratégia, há uma proposta de valor onde as PMEs podem fazer a diferença e, mais do que sobreviver, ter sucesso.
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Há terrenos que um Golias consciente não pisa, são os terrenos que as PME podem aproveitar... btw, e se um Golias inconsciente o fizer, problema dele.
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Trecho retirado de "You Can’t Build a Winning Strategy If You Don’t Know Who You Are".
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