terça-feira, outubro 04, 2011
Um livro sobre o planeta Mongo
Al e Laura Ries escreveram "The Origin of Brands: How Product Evolution Creates Endless Possibilities for New Brands".
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Comecei a ler o livro e rapidamente percebi que era sobre o advento do planeta Mongo.
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"divergência, a menos compreendida e mais poderosa força na Terra.
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O fenómeno que se se registou na natureza também está a ocorrer nos produtos e serviços.
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Eventualmente, todas as categorias irão divergir e tornar-se em duas ou mais categorias, criando infinitas oportunidades para o brand building.
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A interligação entre a evolução e a divergência providencia um modelo capaz de nos fazer compreender o Universo e, em particular o universo das marcas.
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A evolução recebeu todos os louros. Porém, ela não pode ser a única responsável pelas imensas espécies tão diversas e originais. Se não fosse a divergência, a evolução, por si só, teria criado um mundo povoado por milhões de procariotas do tamanho de dinossauros."
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Comecei a ler o livro e rapidamente percebi que era sobre o advento do planeta Mongo.
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"divergência, a menos compreendida e mais poderosa força na Terra.
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O fenómeno que se se registou na natureza também está a ocorrer nos produtos e serviços.
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Eventualmente, todas as categorias irão divergir e tornar-se em duas ou mais categorias, criando infinitas oportunidades para o brand building.
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A interligação entre a evolução e a divergência providencia um modelo capaz de nos fazer compreender o Universo e, em particular o universo das marcas.
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A evolução recebeu todos os louros. Porém, ela não pode ser a única responsável pelas imensas espécies tão diversas e originais. Se não fosse a divergência, a evolução, por si só, teria criado um mundo povoado por milhões de procariotas do tamanho de dinossauros."
segunda-feira, outubro 03, 2011
Umberto Eco tem uma história deste tipo (parte II)
Continuado daqui.
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E na sequência de "Uma economia em transformação", depois de ler "'Podemos ter de fechar lojas', avisa Miguel Mota Freitas da SONAE SR".
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Mesmo os auto-denominados líderes de mercado ... ponderam o encerramento de lojas. Embora o exemplo dado das lojas Vobis não faça sentido. Em minha opinião essas lojas fecharam por não se terem diferenciado o suficiente da concorrência das FNACs.
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E na sequência de "Uma economia em transformação", depois de ler "'Podemos ter de fechar lojas', avisa Miguel Mota Freitas da SONAE SR".
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Mesmo os auto-denominados líderes de mercado ... ponderam o encerramento de lojas. Embora o exemplo dado das lojas Vobis não faça sentido. Em minha opinião essas lojas fecharam por não se terem diferenciado o suficiente da concorrência das FNACs.
A minha evolução
No final dos anos 80 do século passado descobri o mundo da qualidade.
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Comecei pelo mundo da melhoria da qualidade com "Guide to Quality Control" de Kaoru Ishikawa, Juran, com o SPC e com os métodos Taguchi.
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Depois, com a ISO 9001, a empresa onde trabalhava certificou-se em... 1992.
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Dediquei os anos 90 do século passado ao mundo da garantia da qualidade e da ISO 9001, primeiro como responsável da qualidade nas empresas onde trabalhava, depois como consultor, formador e auditor.
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Trabalhar no mundo da garantia da qualidade ajudou-me a crescer, a conhecer as empresas, a apoiar empresas que não tinham planeamento da produção, que não tinham especificações, que não tinham controlo da qualidade, que não definiam objectivos, que não aprendiam com os erros.
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Tenho consciência que algumas empresas trabalhavam para ter uma bandeira, mas para muitas foi um trabalho útil porque as tornou mais eficientes, mais organizadas, dotadas de números sobre a produção e a qualidade.
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Hoje, dedico apenas uma pequena parte do meu tempo profissional à ISO 9001, não só porque se trata de um mundo commoditizado, qualquer recém-licenciado pode trabalhar como consultor, mas também porque só aceito participar em projectos que não violem a minha consciência.
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Durante esses anos 90 acreditava que a batalha da eficiência era suficiente para as empresas.
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Hoje, sei que a eficiência não é tudo. Hoje sei que em certos negócios a eficiência é um empecilho no caminho para o sucesso...
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O mundo da qualidade que tanto me ensinou, que tanto puxou por mim... parece que enquistou e ficou para trás... cristalizado em velhas fórmulas para combater em guerras que mudaram de cenário e de armas.
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O mundo da qualidade acha o Acordo Ortográfico o máximo, uma pedra no alicerce da normalização... eu... eu aprendi que a normalização em excesso pode ser um perigo, aprendi a gostar da destruição da Torre de Babel e do que ela simbolizava.
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Hoje, acredito sobretudo na variedade, nas pequenas séries, na novidade, na eficácia, no feito-à-medida...
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Hoje, acredito que montar um sistema da qualidade numa empresa privada sem arrasar o conteúdo da cláusula 7.2 da ISO 9001 é perigoso... quem são os clientes-alvo? Qual a proposta de valor? Que clientes vamos rejeitar? (Se olharem para o conteúdo dessa cláusula verão que ela é escrita na óptica do cliente que audita o fornecedor... nunca questiona se o cliente é o adequado para o fornecedor)
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Hoje, acredito que montar um sistema da qualidade numa empresa privada sem trocar política da qualidade por estratégia para o negócio e, objectivos da qualidade por objectivos para o negócio, é incorrecto e perigoso.
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Escrevo isto por causa deste artigo "Manufacturing Strategies: The latest dMASS newsletter":
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"“quality inherently involves delivering the most value with the fewest resources and environmental impacts.” He views environmental problems as deficiencies in the process of converting resources into manufactured products and suggest shifting the focus from managing the consequences of using resources to managing resources as inputs. This means delivering much more benefit to customers with fewer resources.
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Many management strategies aimed at improving manufacturing practices – successors of the quality management movement such as Poka Yoke, lean manufacturing, and Kaizen – promote efficiency and waste reduction and often result in reduced environmental impacts."
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O mundo da qualidade ficou preso neste paradigma da eficiência. E tudo isto é válido e faz sentido quando a proposta de valor assenta no preço mais baixo. No entanto, e quando a proposta de valor não tem a ver com o preço mais baixo? E quando a proposta de valor tem a ver com a moda, com a inovação, com a customização, com a rapidez?
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Olivier Boiral em "Managing with ISO Systems: Lessons from Practice" publicado pela Long Range Planning 44 (2011) 197-220 escreve:
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"Although the number of ISO management system certifications is rapidly increasing around the world, it is also stagnating, even declining, in some developed countries. This is notably the case for ISO 9001."
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Hoje acredito que o ciclo não é o PDCA mas o CAPD e a qualidade gosta muito de grandes planeamentos, gosta muito de começar por eles. Prefiro começar pelos resultados... os actuais reais e os do futuro desejado. Tudo o resto é feito em função disso.
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Comecei pelo mundo da melhoria da qualidade com "Guide to Quality Control" de Kaoru Ishikawa, Juran, com o SPC e com os métodos Taguchi.
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Depois, com a ISO 9001, a empresa onde trabalhava certificou-se em... 1992.
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Dediquei os anos 90 do século passado ao mundo da garantia da qualidade e da ISO 9001, primeiro como responsável da qualidade nas empresas onde trabalhava, depois como consultor, formador e auditor.
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Trabalhar no mundo da garantia da qualidade ajudou-me a crescer, a conhecer as empresas, a apoiar empresas que não tinham planeamento da produção, que não tinham especificações, que não tinham controlo da qualidade, que não definiam objectivos, que não aprendiam com os erros.
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Tenho consciência que algumas empresas trabalhavam para ter uma bandeira, mas para muitas foi um trabalho útil porque as tornou mais eficientes, mais organizadas, dotadas de números sobre a produção e a qualidade.
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Hoje, dedico apenas uma pequena parte do meu tempo profissional à ISO 9001, não só porque se trata de um mundo commoditizado, qualquer recém-licenciado pode trabalhar como consultor, mas também porque só aceito participar em projectos que não violem a minha consciência.
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Durante esses anos 90 acreditava que a batalha da eficiência era suficiente para as empresas.
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Hoje, sei que a eficiência não é tudo. Hoje sei que em certos negócios a eficiência é um empecilho no caminho para o sucesso...
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O mundo da qualidade que tanto me ensinou, que tanto puxou por mim... parece que enquistou e ficou para trás... cristalizado em velhas fórmulas para combater em guerras que mudaram de cenário e de armas.
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O mundo da qualidade acha o Acordo Ortográfico o máximo, uma pedra no alicerce da normalização... eu... eu aprendi que a normalização em excesso pode ser um perigo, aprendi a gostar da destruição da Torre de Babel e do que ela simbolizava.
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Hoje, acredito sobretudo na variedade, nas pequenas séries, na novidade, na eficácia, no feito-à-medida...
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Hoje, acredito que montar um sistema da qualidade numa empresa privada sem arrasar o conteúdo da cláusula 7.2 da ISO 9001 é perigoso... quem são os clientes-alvo? Qual a proposta de valor? Que clientes vamos rejeitar? (Se olharem para o conteúdo dessa cláusula verão que ela é escrita na óptica do cliente que audita o fornecedor... nunca questiona se o cliente é o adequado para o fornecedor)
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Hoje, acredito que montar um sistema da qualidade numa empresa privada sem trocar política da qualidade por estratégia para o negócio e, objectivos da qualidade por objectivos para o negócio, é incorrecto e perigoso.
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Escrevo isto por causa deste artigo "Manufacturing Strategies: The latest dMASS newsletter":
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"“quality inherently involves delivering the most value with the fewest resources and environmental impacts.” He views environmental problems as deficiencies in the process of converting resources into manufactured products and suggest shifting the focus from managing the consequences of using resources to managing resources as inputs. This means delivering much more benefit to customers with fewer resources.
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Many management strategies aimed at improving manufacturing practices – successors of the quality management movement such as Poka Yoke, lean manufacturing, and Kaizen – promote efficiency and waste reduction and often result in reduced environmental impacts."
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O mundo da qualidade ficou preso neste paradigma da eficiência. E tudo isto é válido e faz sentido quando a proposta de valor assenta no preço mais baixo. No entanto, e quando a proposta de valor não tem a ver com o preço mais baixo? E quando a proposta de valor tem a ver com a moda, com a inovação, com a customização, com a rapidez?
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Olivier Boiral em "Managing with ISO Systems: Lessons from Practice" publicado pela Long Range Planning 44 (2011) 197-220 escreve:
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"Although the number of ISO management system certifications is rapidly increasing around the world, it is also stagnating, even declining, in some developed countries. This is notably the case for ISO 9001."
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Hoje acredito que o ciclo não é o PDCA mas o CAPD e a qualidade gosta muito de grandes planeamentos, gosta muito de começar por eles. Prefiro começar pelos resultados... os actuais reais e os do futuro desejado. Tudo o resto é feito em função disso.
É a vida
""Oeiras Valley" - uma "ilha" de crescimento"
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Tanto crescimento e afinal não é sustentado... afinal é à "madeirense".
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Ou seja, se se acabarem os fósforos não há brasas auto-suficientes para gerarem o calor necessário para assar as sardinhas...
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Como dizia ontem o João Miranda, cheira-me a estertor da economia que viveu baseada em endividamento fácil a taxas de juro baixas.
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É a vida!
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Tanto crescimento e afinal não é sustentado... afinal é à "madeirense".
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Ou seja, se se acabarem os fósforos não há brasas auto-suficientes para gerarem o calor necessário para assar as sardinhas...
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Como dizia ontem o João Miranda, cheira-me a estertor da economia que viveu baseada em endividamento fácil a taxas de juro baixas.
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É a vida!
Macedónia
- "60+ educational resources to teach yourself anything"
- "Coupon Sites Are a Great Deal, but Not Always to Merchants" (Moi ici: Este artigo devia fazer muita gente pensar a sério. Ainda ontem aproveitei a borla do Linic. Sou cliente do shampô há mais de 20 anos. Nunca mais tive casca. Não resisto a um "Leve 2 pague 1" sem lhes chamar tótós.)
- "Small Companies Teeter as Beijing Tightens Lending" (Moi ici: Pois é, a história das estratégias híbridas)
- "If as Albert Einstein observed insanity is “doing the same thing over and over again and expecting different results”, then the latest proposal for resolving the Euro-zone debt crisis requires psychiatric rather than financial assessment."
- "Não muito promissor"
The Better You Understand Economics, the More You Realize that Money Isn’t All that Matters (parte II)
O título era "The Better You Understand Economics, the More You Realize that Money Isn’t All that Matters"
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O que nos dizem os académicos?
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"Todos os sectores de bens transaccionáveis são beneficiados pela desvalorização. Uma desvalorização discrimina estes sectores positivamente. A desvalorização é importante para contrariar os efeitos negativos que decorreram de termos uma taxa de câmbio demasiadamente valorizada. Isso desincentivou o investimento na produção de bens transaccionáveis. Agora temos de reverter esse processo." (Trecho retirado daqui)
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Atentemos no exemplo do Brasil:
O real tem-se desvalorizado, quer face ao dólar, quer face ao yuan.
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E, no entanto:
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"A diferença entre o calçado brasileiro e o português"
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Gráfico retirado daqui.
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O que nos dizem os académicos?
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"Todos os sectores de bens transaccionáveis são beneficiados pela desvalorização. Uma desvalorização discrimina estes sectores positivamente. A desvalorização é importante para contrariar os efeitos negativos que decorreram de termos uma taxa de câmbio demasiadamente valorizada. Isso desincentivou o investimento na produção de bens transaccionáveis. Agora temos de reverter esse processo." (Trecho retirado daqui)
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Atentemos no exemplo do Brasil:
O real tem-se desvalorizado, quer face ao dólar, quer face ao yuan.
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E, no entanto:
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"A diferença entre o calçado brasileiro e o português"
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Gráfico retirado daqui.
Uma alternativa barata e flexível
Desde há muito que exponho aqui no blogue a minha opinião sobre o software que se encontra por aí para apresentar os resultados dos indicadores do balanced scorecard. Por exemplo, basta recordar "BSC e software" e os 3 erros mais comuns na apresentação de resultados.
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Pois bem, com o auxílio desta macro "Sparklines for Excel (R)" conseguem-se fazer pequenas maravilhas:
domingo, outubro 02, 2011
Uma economia em transformação
"Processos de falência triplicaram desde 2007"
"Número de empresas «falidas» subiu 60%"
"Número de empresas 'falidas' triplicou desde a crise"
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Só é pena é a parte enorme da economia que é Estado, demorar muito mais tempo a, ela própria, também se transformar... enquanto não o fizer é uma sobrecarga sobre o resto da economia.
"Número de empresas «falidas» subiu 60%"
"Número de empresas 'falidas' triplicou desde a crise"
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Só é pena é a parte enorme da economia que é Estado, demorar muito mais tempo a, ela própria, também se transformar... enquanto não o fizer é uma sobrecarga sobre o resto da economia.
Recordar Lawrence... nada está escrito (parte VIII)
Comecei esta série na parte I por causa de um feeling resultante da combinação do meu gosto pela via "contrarian" com o que vou observando nas PMEs com que lido.
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Acabo de encontrar um texto que corrobora... corrobora não, que justifica o meu sentimento, "France faces a Dilemma" de Kaj Grichnik e Jerome Pellan:
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"The United States is not alone in its manufacturing malaise. In virtually every Western country, factory employment is disappearing and trade deficits are dangerously on the rise. Take France, for example. Between 1999 and 2009, the country moved from a positive trade balance of €17.8 billion (US$25.4 billion) to a deficit of €21.1 billion ($30.1 billion), a disturbing change in direction that took 30 percent of France’s manufacturing jobs with it.
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And although these numbers mirror trends in the U.S., one very big distinction hidden in these statistics provides important clues about whether France and other western European countries are more likely to enjoy a manufacturing recovery, (Moi ici: Qual o país da Europa Ocidental que mais se aproxima dos Estados Unidos?) or whether the U.S. is — and that distinction clearly favors the United States. Unlike U.S. losses, the lion’s share of France’s losses in manufacturing capacity are not due to China and other low-cost nations; instead, French production and jobs are moving primarily to Germany. (Moi ici: É como se a França estivesse no meio-termo, perde no topo para a Alemanha e na base para a China. Nós por cá perdemos quase tudo para a China...)
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In other words, the deterioration in France’s manufacturing capacity is the result of a shift within its region. Of the €38.9 billion ($55.5 billion) total decline in France’s trade balance, only about €7.2 billion ($10.3 billion) is directly attributable to the growth of its trade deficit with China. Yet between 1999 and 2009, France’s trade imbalance with Germany increased by a whopping €13 billion ($18.5 billion). By contrast, the United States’ trade imbalance with China grew more than threefold in that period while the U.S. trade deficit with Germany held steady.
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The implications of this for France and for the United States could not be more different. If manufacturing does, in fact, become more and more regional, the United States stands to gain from the movement back to North America of Chinese and other low-cost production facilities. France, though, doesn’t have that luxury. (Moi ici: É o que tenho pensado e escrito no último mês...)
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Moreover, France’s worsening trade deficit with China has been driven chiefly by manufacturing losses in lower-tech, lower-margin products, such as apparel, furniture, and office machines. France’s trade imbalance with western European nations has come at the expense of higher-value products such as automobiles, advanced chemicals, and industrial machinery. Consequently, for France, the regional manufacturing model could turn out to be a very expensive development.
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France’s inability to compete effectively against other countries in its backyard for factory capacity is linked to a set of labor and cost dynamics that are increasingly antiquated in a more globalized and malleable manufacturing environment. (Moi ici: Flexibilidade, para mim, pode ser mais importante que os custos) For example, France’s 35-hour workweek, imposed in 2000 just as other countries were liberalizing production shift rules, increases the overall cost of labor. Further, because of France’s generous medical, unemployment, and pension benefits for residents, companies pay an amount equal to about 83 percent of net salaries in so-called social charges, compared with only 47 percent in Germany. And industrial labor relations in France are extremely adversarial.
By addressing these and other equally problematic issues adroitly, France could possibly dissuade some CEOs from closing French factories. But if France doesn’t address these issues in the next 10 years, the country stands to lose an additional 7 percent of its manufacturing workforce, or about 200,000 jobs.
There are some indications that improving the fortunes of manufacturing is increasingly important to French politicians of all stripes. One of the more audacious proposals calls for taxing sectors that are not exposed to international competition to help industries that are. (Moi ici: A maneira rápida, fácil e errada de resolver um problema é subsidiando o seu prolongamento e atrasando a inevitável transformação... uma espécie de TSU?) But it will take more than new fiscal measures for France to regain its former manufacturing glory; a 21st-century cultural and social transformation is needed for France to again resemble the country that spawned such legendary industrial figures as Peugeot, Eiffel, Citroen, Hussenot, Renault, and Schlumberger.
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Acabo de encontrar um texto que corrobora... corrobora não, que justifica o meu sentimento, "France faces a Dilemma" de Kaj Grichnik e Jerome Pellan:
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"The United States is not alone in its manufacturing malaise. In virtually every Western country, factory employment is disappearing and trade deficits are dangerously on the rise. Take France, for example. Between 1999 and 2009, the country moved from a positive trade balance of €17.8 billion (US$25.4 billion) to a deficit of €21.1 billion ($30.1 billion), a disturbing change in direction that took 30 percent of France’s manufacturing jobs with it.
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And although these numbers mirror trends in the U.S., one very big distinction hidden in these statistics provides important clues about whether France and other western European countries are more likely to enjoy a manufacturing recovery, (Moi ici: Qual o país da Europa Ocidental que mais se aproxima dos Estados Unidos?) or whether the U.S. is — and that distinction clearly favors the United States. Unlike U.S. losses, the lion’s share of France’s losses in manufacturing capacity are not due to China and other low-cost nations; instead, French production and jobs are moving primarily to Germany. (Moi ici: É como se a França estivesse no meio-termo, perde no topo para a Alemanha e na base para a China. Nós por cá perdemos quase tudo para a China...)
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In other words, the deterioration in France’s manufacturing capacity is the result of a shift within its region. Of the €38.9 billion ($55.5 billion) total decline in France’s trade balance, only about €7.2 billion ($10.3 billion) is directly attributable to the growth of its trade deficit with China. Yet between 1999 and 2009, France’s trade imbalance with Germany increased by a whopping €13 billion ($18.5 billion). By contrast, the United States’ trade imbalance with China grew more than threefold in that period while the U.S. trade deficit with Germany held steady.
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The implications of this for France and for the United States could not be more different. If manufacturing does, in fact, become more and more regional, the United States stands to gain from the movement back to North America of Chinese and other low-cost production facilities. France, though, doesn’t have that luxury. (Moi ici: É o que tenho pensado e escrito no último mês...)
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Moreover, France’s worsening trade deficit with China has been driven chiefly by manufacturing losses in lower-tech, lower-margin products, such as apparel, furniture, and office machines. France’s trade imbalance with western European nations has come at the expense of higher-value products such as automobiles, advanced chemicals, and industrial machinery. Consequently, for France, the regional manufacturing model could turn out to be a very expensive development.
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France’s inability to compete effectively against other countries in its backyard for factory capacity is linked to a set of labor and cost dynamics that are increasingly antiquated in a more globalized and malleable manufacturing environment. (Moi ici: Flexibilidade, para mim, pode ser mais importante que os custos) For example, France’s 35-hour workweek, imposed in 2000 just as other countries were liberalizing production shift rules, increases the overall cost of labor. Further, because of France’s generous medical, unemployment, and pension benefits for residents, companies pay an amount equal to about 83 percent of net salaries in so-called social charges, compared with only 47 percent in Germany. And industrial labor relations in France are extremely adversarial.
By addressing these and other equally problematic issues adroitly, France could possibly dissuade some CEOs from closing French factories. But if France doesn’t address these issues in the next 10 years, the country stands to lose an additional 7 percent of its manufacturing workforce, or about 200,000 jobs.
There are some indications that improving the fortunes of manufacturing is increasingly important to French politicians of all stripes. One of the more audacious proposals calls for taxing sectors that are not exposed to international competition to help industries that are. (Moi ici: A maneira rápida, fácil e errada de resolver um problema é subsidiando o seu prolongamento e atrasando a inevitável transformação... uma espécie de TSU?) But it will take more than new fiscal measures for France to regain its former manufacturing glory; a 21st-century cultural and social transformation is needed for France to again resemble the country that spawned such legendary industrial figures as Peugeot, Eiffel, Citroen, Hussenot, Renault, and Schlumberger.
Para reflexão
Sem pôr em causa o título deste artigo do jornal i "PME. Sem financiamento muitas empresas morrerão até 2013" atrevo-me a perguntar:
- quantas PMEs localizadas em Portugal vão conseguir sobreviver porque os seus clientes não têm financiamento para fazer importações?
- quantas PMEs localizadas em Portugal vão conseguir sobreviver porque importadores europeus não vão ter financiamento para fazer importações da China?
- quantas PMEs localizadas em Portugal vão conseguir sobreviver porque concorrentes habituados a viver com dinheiro fácil a taxas de juro baixas vão ter de mudar de estratégia ou fechar?
The Better You Understand Economics, the More You Realize that Money Isn’t All that Matters
O título deste postal foi roubado a Don Boudreaux no "Cafe Hayek".
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E foi roubado porque é uma grande verdade que muitos desconhecem:
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"The Better You Understand Economics, the More You Realize that Money Isn’t All that Matters"
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O dinheiro, o preço, não é tudo.
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E os empresários do futuro são os empresários que trabalham para aumentar os preços do seu serviço-produto.
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Como?
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Concentrando-se no que está para lá do dinheiro trocado na transacção... concentrando-se na experiência que os clientes vão viver.
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Os sinais estão por todo o lado, por exemplo em "Manufacturing’s Wake-Up Call":
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"debate over the future of U.S. manufacturing is intensifying. Optimists point to the relatively cheap dollar and the shrinking wage gap between China and the U.S. as reasons the manufacturing sector could come back to life, boosting U.S. competitiveness and reviving the fortunes of the American middle class.
...
Instead, for the foreseeable future, manufacturing will largely be regional. (Moi ici: Há anos que o marcador "proximidade" marca presença neste blogue... recordar também Ghemawatt e a semi-globalização)
...
But for many manufacturers, economics and market dynamics increasingly suggest that they locate factories close to their major markets, including the United States. This type of region-oriented footprint is a clear way to provide adequate scale and volume, minimize transportation and logistics costs, increase market responsiveness and innovation, and customize products for the unique preferences of different regions and cultures. If factory labor costs and currency rates were the sole enablers of manufacturing success, then the West could not compete with emerging nations or offshoring. More and more, though, these factors play a smaller part in manufacturing decisions. (Moi ici: Claro que os políticos e os académicos, longe da realidade, não percebem esta mudança estrutural) Four other considerations, all more complex, drive manufacturers’ choices about where to place and expand factories:
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E foi roubado porque é uma grande verdade que muitos desconhecem:
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"The Better You Understand Economics, the More You Realize that Money Isn’t All that Matters"
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O dinheiro, o preço, não é tudo.
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E os empresários do futuro são os empresários que trabalham para aumentar os preços do seu serviço-produto.
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Como?
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Concentrando-se no que está para lá do dinheiro trocado na transacção... concentrando-se na experiência que os clientes vão viver.
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Os sinais estão por todo o lado, por exemplo em "Manufacturing’s Wake-Up Call":
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"debate over the future of U.S. manufacturing is intensifying. Optimists point to the relatively cheap dollar and the shrinking wage gap between China and the U.S. as reasons the manufacturing sector could come back to life, boosting U.S. competitiveness and reviving the fortunes of the American middle class.
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Instead, for the foreseeable future, manufacturing will largely be regional. (Moi ici: Há anos que o marcador "proximidade" marca presença neste blogue... recordar também Ghemawatt e a semi-globalização)
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But for many manufacturers, economics and market dynamics increasingly suggest that they locate factories close to their major markets, including the United States. This type of region-oriented footprint is a clear way to provide adequate scale and volume, minimize transportation and logistics costs, increase market responsiveness and innovation, and customize products for the unique preferences of different regions and cultures. If factory labor costs and currency rates were the sole enablers of manufacturing success, then the West could not compete with emerging nations or offshoring. More and more, though, these factors play a smaller part in manufacturing decisions. (Moi ici: Claro que os políticos e os académicos, longe da realidade, não percebem esta mudança estrutural) Four other considerations, all more complex, drive manufacturers’ choices about where to place and expand factories:
- The skill level and quality of factory employees, especially for high-tech facilities.
- The presence of high-impact clusters, in which many companies can learn from one another and innovate more readily.
- Access to nearby countries with emerging consumer markets and lower-cost labor (for the U.S., this means building a future with Mexico).
- A reasonably competitive regulatory and tax environment (for the U.S., this means simplifying and streamlining the current tax and regulatory structure).
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With unit labor costs playing a smaller part in manufacturing decisions, (Moi ici: Entretidos com a TSU, com o ataque ao euro, com a impressão de bentos, não percebem como é que isto pode acontecer...) other factors — including talent availability, market accessibility, innovation, regulations, intellectual property protections, barriers to entry and exit, and scale of operations — increasingly drive decisions about where to place and expand factories. Based on the relative economics for each segment, we charted which U.S. industries can compete as exporters, which can be dominant in the regional North American market, which can survive but are threatened by foreign competitors, and which are already mostly overseas but can still manufacture in the U.S. to serve niche markets. (Moi ici: A divisão é interessante e permite pensamento estratégico... ver as figuras)
...
designing production systems that align employees’ activities with the company’s overall strategy (Moi ici: A mensagem deste blogue, do nosso trabalho, dos nossos livros... concentrar uma organização no que é essencial, alinhar recursos, vontades, motivações, ideias) and that empower employees to improve manufacturing processes can unlock the productivity and innovation potential of the well-educated U.S. workforce."
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designing production systems that align employees’ activities with the company’s overall strategy (Moi ici: A mensagem deste blogue, do nosso trabalho, dos nossos livros... concentrar uma organização no que é essencial, alinhar recursos, vontades, motivações, ideias) and that empower employees to improve manufacturing processes can unlock the productivity and innovation potential of the well-educated U.S. workforce."
Os novatos também têm o seu lugar
A propósito de "Juíza que prendeu Isaltino estava só há um mês em Oeiras"
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Recentemente um familiar foi a uma urgência hospitalar porque estava há vários dias sem ir à casa de banho e sentia-se muito mal.
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Foi atendido por uma médica muito jovem e com pouca experiência.
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Azar!
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Dada a inexperiência da médica, ela fez o que poucos fazem, em vez de receitar comprimidos... seguiu o protocolo e... salvou a vida a esse meu familiar porque detectou um problema na aorta.
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Há anos em Tikrit, um outro familiar estava numa sessão de tribunal onde era réu, a juíza também era novata... .
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Durante a sessão onde a juíza acabou por concluir que a acusação não tinha pernas para andar, elementos das forças vivas da região quiseram ter uma conversa particular com a senhora.
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Sempre acreditei que, por ser nova na zona, não se deixou aprisionar por diplomacias e jogos políticos.
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Apesar do que diz Arroja, os novatos também têm o seu lugar.
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Recentemente um familiar foi a uma urgência hospitalar porque estava há vários dias sem ir à casa de banho e sentia-se muito mal.
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Foi atendido por uma médica muito jovem e com pouca experiência.
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Azar!
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Dada a inexperiência da médica, ela fez o que poucos fazem, em vez de receitar comprimidos... seguiu o protocolo e... salvou a vida a esse meu familiar porque detectou um problema na aorta.
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Há anos em Tikrit, um outro familiar estava numa sessão de tribunal onde era réu, a juíza também era novata... .
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Durante a sessão onde a juíza acabou por concluir que a acusação não tinha pernas para andar, elementos das forças vivas da região quiseram ter uma conversa particular com a senhora.
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Sempre acreditei que, por ser nova na zona, não se deixou aprisionar por diplomacias e jogos políticos.
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Apesar do que diz Arroja, os novatos também têm o seu lugar.
Não culpem a caneta quando a culpa é de quem escreve (parte III)
Parte I e parte II.
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O "cargo cult" dá nisto!!!
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"The Six Sigma Blues"
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O 6 sigma é fantástico para aumentar a eficiência numa empresa. Recomendo-o! Já vi o seu efeito em empresas que precisavam de se tornar muito mais eficientes.
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Agora... a maioria das empresas antes de ser mais eficiente precisa de ser mais eficaz.
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Não interessa ser eficiente se a empresa não seduz clientes com o que produz.
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Acham que a Ferrari é uma empresa eficiente?
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Mas a culpa nunca é da ferramenta, é sempre do cérebro humano que a usa!
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O "cargo cult" dá nisto!!!
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"The Six Sigma Blues"
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O 6 sigma é fantástico para aumentar a eficiência numa empresa. Recomendo-o! Já vi o seu efeito em empresas que precisavam de se tornar muito mais eficientes.
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Agora... a maioria das empresas antes de ser mais eficiente precisa de ser mais eficaz.
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Não interessa ser eficiente se a empresa não seduz clientes com o que produz.
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Acham que a Ferrari é uma empresa eficiente?
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Mas a culpa nunca é da ferramenta, é sempre do cérebro humano que a usa!
sábado, outubro 01, 2011
E os Açores?
Aceito de barato a hipótese de que nos Açores nada se passou de anormal com as suas contas.
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O ponto não é esse!
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Qual é o montante da dívida dos Açores? Quanto é que isso representa relativamente ao PIB da região?
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O ponto não é esse!
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Qual é o montante da dívida dos Açores? Quanto é que isso representa relativamente ao PIB da região?
Mais peças do puzzle que vão compondo Mongo
"Moda Operandi: Click, Cash, Couture":
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"True couture addicts who attend the runway shows at New York’s Fashion Week — or at least watch them online — can’t help but compile a mental wish list: a BCBGMaxAzria silk dress, perhaps, or a pair of Alexander Wang’s metallic glitter pants. Tragically for them, these wants rarely translate into actual purchases. The clothes chosen by large department store buyers often get “edited” to make them more commercial — a fur collar is trimmed here, a leather belt is added there—so what’s finally available is a watered-down version of the designer’s original vision. This is precisely the crisis the 7-month-old Manhattan-based website Moda Operandi set out to address. The members-only online shopping portal allows fashion slaves to add exotic runway fare to their personal wardrobes weeks before the full lines enter stores."
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Explosão de gostos, revolta contra os referenciais do mainstrean, variedade, variedade, variedade.
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"“There can be huge surprises,” Magnusdottir adds, sitting in her office in Manhattan’s Flatiron District, wearing a black tulle skirt and a blouse crossed with bustier-style straps. Her customers aren’t just looking for simple dresses, she says. They are advanced fashionistas who like the most daring designs, and the company is making those designs more accessible. “What we’re doing is kind of mad,” she says."
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E por que não o exemplo da "Create-a-mattress"?
Agricultura com futuro: assente em vantagens competitivas
Ontem ao almoço, enquanto comia uma sandes entre dois compromissos, encontrei no Correio da Manhã uma referência à produção de pimentos na empresa Atlantic Growers em Odemira.
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A firma fundada em 2001, com 60 funcionários, todos da região, que trabalham 8h/dia nas estufas de vidro, factura anualmente 4,5 milhões de euros e pretende triplicar o montante nos próximos 4 anos.
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99% da produção é exportada para a Holanda, Inglaterra e Alemanha.
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Vantagem competitiva: "Esta é uma das poucas zonas da Europa onde se produz todo o ano. No Inverno temos luminosidade suficiente e no Verão o clima é ameno"
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Encontrei aqui outra fonte de informação:
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"Que países estão interessados em investir aqui? (Odemira)
Israel, por exemplo, que é número um em tecnologia para horticultura, tem interesse em investir na Europa. Existe um holandês que está a fazer testes para um tipo de fl or em quintas no Zimbabué e Tanzânia, que também consegue produzir aqui. A Alemanha também tem interesse. O mercado europeu cresceu, com a entrada dos países de Leste, e a maioria dos países não tem clima para produzir também no Inverno.
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Quais as vantagens desta região para a horticultura?
Um microclima sem grandes picos térmicos e água de boa qualidade, em quantidade e a um preço razoável. É uma zona perto da costa, mas a geada é mínima. Conseguimos semear batata em Novembro. Mesmo que chova muito, como o solo é arenoso, consegue-se tirar partido do microclima. Mas há o tal trabalho de drenagem a ser feito. O facto de estar no parque natural faz a diferença para os grandes supermercados, que
são exigentes a nível ambiental. A mão-de-obra não existe em abundância, mas havendo condições de alojamento, pode crescer. E estamos dentro do mercado. O nosso concorrente é o Norte de África."
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Caro John veja este pormaior:
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"Face à produtividade e rentabilidade do negócio – um investimento inicial de oito milhões de euros e
35 pessoas ao serviço, permitem uma facturação anual de 3,5 milhões de euros – a decisão pareceria óbvia. Mas não é. Ferry Enthoven recorda os oito anos que demorou o licenciamento das estufas e recusa-se a voltar a passar pelo mesmo.
«Vamos esperar que se defina uma área reservada à produção em estufas de vidro, com todos os licenciamentos inerentes, e só depois avançamos»"
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A firma fundada em 2001, com 60 funcionários, todos da região, que trabalham 8h/dia nas estufas de vidro, factura anualmente 4,5 milhões de euros e pretende triplicar o montante nos próximos 4 anos.
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99% da produção é exportada para a Holanda, Inglaterra e Alemanha.
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Vantagem competitiva: "Esta é uma das poucas zonas da Europa onde se produz todo o ano. No Inverno temos luminosidade suficiente e no Verão o clima é ameno"
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Encontrei aqui outra fonte de informação:
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"Que países estão interessados em investir aqui? (Odemira)
Israel, por exemplo, que é número um em tecnologia para horticultura, tem interesse em investir na Europa. Existe um holandês que está a fazer testes para um tipo de fl or em quintas no Zimbabué e Tanzânia, que também consegue produzir aqui. A Alemanha também tem interesse. O mercado europeu cresceu, com a entrada dos países de Leste, e a maioria dos países não tem clima para produzir também no Inverno.
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Quais as vantagens desta região para a horticultura?
Um microclima sem grandes picos térmicos e água de boa qualidade, em quantidade e a um preço razoável. É uma zona perto da costa, mas a geada é mínima. Conseguimos semear batata em Novembro. Mesmo que chova muito, como o solo é arenoso, consegue-se tirar partido do microclima. Mas há o tal trabalho de drenagem a ser feito. O facto de estar no parque natural faz a diferença para os grandes supermercados, que
são exigentes a nível ambiental. A mão-de-obra não existe em abundância, mas havendo condições de alojamento, pode crescer. E estamos dentro do mercado. O nosso concorrente é o Norte de África."
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Caro John veja este pormaior:
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"Face à produtividade e rentabilidade do negócio – um investimento inicial de oito milhões de euros e
35 pessoas ao serviço, permitem uma facturação anual de 3,5 milhões de euros – a decisão pareceria óbvia. Mas não é. Ferry Enthoven recorda os oito anos que demorou o licenciamento das estufas e recusa-se a voltar a passar pelo mesmo.
«Vamos esperar que se defina uma área reservada à produção em estufas de vidro, com todos os licenciamentos inerentes, e só depois avançamos»"
É a vida!
O que aprecio num sistema económico de mercado, em que o Estado não intervém a escolher e a proteger "campeões nacionais" e "empresas estratégicas", é que sou eu que escolho quem cresce e quem morre. Eu e os outros consumidores.
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Ao contrário do que se diz, não são os grandes que ficam cada vez mais grandes. São os que seduzem e cativam clientes os que crescem e prosperam... até que apareça(m) outra(s) empresa(s) que consigam captar a preferência dos clientes e, nesse caso, é a vida!
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"Kodak pondera pedir protecção ao abrigo da lei de Falências"
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Ao contrário do que se diz, não são os grandes que ficam cada vez mais grandes. São os que seduzem e cativam clientes os que crescem e prosperam... até que apareça(m) outra(s) empresa(s) que consigam captar a preferência dos clientes e, nesse caso, é a vida!
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"Kodak pondera pedir protecção ao abrigo da lei de Falências"
sexta-feira, setembro 30, 2011
Mais um exemplo eloquente do que será/é viver em Mongo
"Student, 22, Founds Company Selling On-Demand, 3-D Printed Eyewear"
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" you can design just about whatever you want, then print it on demand.
...
This is more for people who want to branch out. We’re targeting people below the age of 40--and anybody who’s interested in experiencing something new.”
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Mas, como me dizia uma jovem empresária:
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Até as tatuadas chegam a avós!!!
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" you can design just about whatever you want, then print it on demand.
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This is more for people who want to branch out. We’re targeting people below the age of 40--and anybody who’s interested in experiencing something new.”
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Mas, como me dizia uma jovem empresária:
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Até as tatuadas chegam a avós!!!
Baboseiras
Esta manhã, enquanto conduzia, ouvia a explicação de Fausto Coutinho na Antena 1 para explicar as palavras de PPC sobre o desvio nas contas nacionais.
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Segundo Fausto Coutinho, esse desvio teria como primeira razão o não crescimento das exportações como era esperado...
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Hum??????????????????????????????????????????????????????
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Esta gente tem noção do que diz? Esta gente olha para os números?
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BTW, preparem-se para um novo saque ao Vosso bolso tendo em conta “Governo está a perder o controle da despesa”
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Segundo Fausto Coutinho, esse desvio teria como primeira razão o não crescimento das exportações como era esperado...
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Hum??????????????????????????????????????????????????????
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Esta gente tem noção do que diz? Esta gente olha para os números?
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BTW, preparem-se para um novo saque ao Vosso bolso tendo em conta “Governo está a perder o controle da despesa”
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