sexta-feira, outubro 01, 2010
Estímulos e conversa da treta
Ouvi no noticiário das 17h numa rádio, o comentário de Van Zeller à prometida agitação social.
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Houve um tempo em que julgava que esta gente tinha alguma vergonha na cara... ingenuidade minha.
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A mesma gente que há um ano andava com este discurso todo cheio de "caines":
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"O facto de o país poder voltar a entrar numa crise se o Governo decidir retirar os apoios estatais às empresas, preocupa bastante o presidente da Confederação da indústria Portuguesa (CIP), Francisco van Zeller. É preciso « manter os apoios que estão a ter lugar, porque se retiram os apoios há o perigo de se regressar à crise» afirma Francisco Van Zeller. Para o presidente da CIP ainda «não é seguro (retirar os apoios) e é preciso manter muita atenção», apesar da situação actual ser melhor do que há 6 meses."
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Ainda hoje, João Miranda no Blasfémias chamou a atenção para a treta dos estímulos e do seu impacte na economia:
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"Ou seja, por cada 5000 milhões de estímulo keynesiano o PIB cresce uns ridículos 800 milhões de euros. É necessário gastar 6 euros para que o PIB cresça 1 euro. E assim morre a mais recente encarnação do keynesianismo em Portugal. Morre com a confissão de que os políticos não sabem ao certo qual o impacto dos estímulos no PIB e com a admissão de que esse impacto é na melhor das hipóteses ridiculamente pequeno."
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Pois...
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"As painful as it may be, investing in innovation is what will get the pie growing again." (Moi ici: Não são os estímulos!!!)
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"When faced with a shrinking pie, all leaders are faced with a similar calculus: how to focus inadequate resources (when a pie is shrinking resources are always inadequate)" (Moi ici: Com os estímulos, as empresas sustêm a respiração e em vez de se refazerem, aguardam até que tudo e todos volte ao antigo normal... podem tirar o cavalinho da chuva.)
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"Change is never popular, and future investments cannot be completely evaluated until after they have been made, so the natural tendency is to avoid bold initiatives even when they are desperately needed." (Moi ici: E os estímulos só desestimulam a mudança necessária)
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Trechos retirados de "Innovation Economics: The Pie Must Get Bigger"
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Houve um tempo em que julgava que esta gente tinha alguma vergonha na cara... ingenuidade minha.
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A mesma gente que há um ano andava com este discurso todo cheio de "caines":
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"O facto de o país poder voltar a entrar numa crise se o Governo decidir retirar os apoios estatais às empresas, preocupa bastante o presidente da Confederação da indústria Portuguesa (CIP), Francisco van Zeller. É preciso « manter os apoios que estão a ter lugar, porque se retiram os apoios há o perigo de se regressar à crise» afirma Francisco Van Zeller. Para o presidente da CIP ainda «não é seguro (retirar os apoios) e é preciso manter muita atenção», apesar da situação actual ser melhor do que há 6 meses."
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Ainda hoje, João Miranda no Blasfémias chamou a atenção para a treta dos estímulos e do seu impacte na economia:
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"Ou seja, por cada 5000 milhões de estímulo keynesiano o PIB cresce uns ridículos 800 milhões de euros. É necessário gastar 6 euros para que o PIB cresça 1 euro. E assim morre a mais recente encarnação do keynesianismo em Portugal. Morre com a confissão de que os políticos não sabem ao certo qual o impacto dos estímulos no PIB e com a admissão de que esse impacto é na melhor das hipóteses ridiculamente pequeno."
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Pois...
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"As painful as it may be, investing in innovation is what will get the pie growing again." (Moi ici: Não são os estímulos!!!)
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"When faced with a shrinking pie, all leaders are faced with a similar calculus: how to focus inadequate resources (when a pie is shrinking resources are always inadequate)" (Moi ici: Com os estímulos, as empresas sustêm a respiração e em vez de se refazerem, aguardam até que tudo e todos volte ao antigo normal... podem tirar o cavalinho da chuva.)
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"Change is never popular, and future investments cannot be completely evaluated until after they have been made, so the natural tendency is to avoid bold initiatives even when they are desperately needed." (Moi ici: E os estímulos só desestimulam a mudança necessária)
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Trechos retirados de "Innovation Economics: The Pie Must Get Bigger"
Para quem se queixa da China... (parte III)
Continuado daqui.
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Já estudaram a batalha de Canas?
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"Batalhas Históricas - Batalha de Canas"
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"Em Canas, os romanos não tinham táctica alguma, simplesmente agiram com força bruta contra um oponente ágil e inteligente."
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Canas é um evento que há muitos anos me seduz... como vencer os mais fortes, os mais dotados de recursos, os mais arrogantes, os mais imperiais, os incumbentes, os mais lentos, os mais instalados.
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Continua!
Rumo à subversão!
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Já estudaram a batalha de Canas?
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"Batalhas Históricas - Batalha de Canas"
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"Em Canas, os romanos não tinham táctica alguma, simplesmente agiram com força bruta contra um oponente ágil e inteligente."
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Canas é um evento que há muitos anos me seduz... como vencer os mais fortes, os mais dotados de recursos, os mais arrogantes, os mais imperiais, os incumbentes, os mais lentos, os mais instalados.
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Continua!
Rumo à subversão!
Para formadores, professores, apresentadores
Encontrei mais um interessante sítio na internet com ideias, experiências e sugestões para melhorar as apresentações e o uso do Powerpoint "18 Tips on How To Conduct an Engaging Webinar" de Olivia Mitchell.
Pode ser positivo
Esta acção "Madeiras, mobiliário e colchões fundem-se".
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Não conheço pormenores da movimentação.
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Penso apenas no mundo de possibilidades que se abre quando uma empresa deixa de pensar no que faz, e começa por pensar nos clientes.
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"the goal is not to find customers for your products, it's to make products for your customers." (Moi ici: quem são os clientes-alvo? Quais são as suas necessidades? O que procuram? O que lhes faz falta?)
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Pode ser que esta fusão obrigue, facilite uma nova abordagem das empresas ao mercado, começando pelos clientes e pelas suas necessidades e não pelos produtos.
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Não conheço pormenores da movimentação.
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Penso apenas no mundo de possibilidades que se abre quando uma empresa deixa de pensar no que faz, e começa por pensar nos clientes.
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"the goal is not to find customers for your products, it's to make products for your customers." (Moi ici: quem são os clientes-alvo? Quais são as suas necessidades? O que procuram? O que lhes faz falta?)
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Pode ser que esta fusão obrigue, facilite uma nova abordagem das empresas ao mercado, começando pelos clientes e pelas suas necessidades e não pelos produtos.
A heterogeneidade não é bem vista pelo poder
A heterogeneidade não é bem vista pelo poder pois impede-o de seguir (na verdade não impede e esse é um dos males) as tão amadas estratégias top-down.
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Basta recordar esta série "O lugar do Senhor dos Perdões" para perceber que esta linguagem "«Maioria das empresas não têm condições para aumentar salários»" é absurda.
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Não faz sentido olhar para os sectores económicos como entidades homogéneas:
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"Quando os macro-economistas falam sobre o desempenho, sobre a produtividade de um sector de actividade, como o calçado, como o têxtil, como o mobiliário, falam de um bloco homogéneo, coerente, maciço... como se todas as empresas, imersas no mesmo ambiente competitivo, tivessem o mesmo comportamento".
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Só há uma alternativa: bottom-up; bottom-up; bottom-up
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Basta recordar esta série "O lugar do Senhor dos Perdões" para perceber que esta linguagem "«Maioria das empresas não têm condições para aumentar salários»" é absurda.
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Não faz sentido olhar para os sectores económicos como entidades homogéneas:
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"Quando os macro-economistas falam sobre o desempenho, sobre a produtividade de um sector de actividade, como o calçado, como o têxtil, como o mobiliário, falam de um bloco homogéneo, coerente, maciço... como se todas as empresas, imersas no mesmo ambiente competitivo, tivessem o mesmo comportamento".
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Só há uma alternativa: bottom-up; bottom-up; bottom-up
Desafiar a nossa visão do mundo
"We found that China’s export sector contributed 19 to 33 percent of total GDP growth between 2002 and 2008"
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"exports have been an important driver of China’s growth, but not the dominant one, and that most common wisdom overestimates the role of exports while underestimating the role of domestic consumption for China’s growth. Any Chinese or multinational company that currently manufactures goods in China and primarily exports them to other countries should ask itself whether it needs to scale up its domestic strategy to get a bigger piece of the pie. This involves developing a more granular understanding of the Chinese market, making products that appeal to the Chinese consumer, and finding ways to market and distribute them effectively—all while contending with increasingly formidable Chinese competitors."
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Trechos retirados de "A truer picture of China’s export machine" incluído no The McKinsey Quarterly.
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"exports have been an important driver of China’s growth, but not the dominant one, and that most common wisdom overestimates the role of exports while underestimating the role of domestic consumption for China’s growth. Any Chinese or multinational company that currently manufactures goods in China and primarily exports them to other countries should ask itself whether it needs to scale up its domestic strategy to get a bigger piece of the pie. This involves developing a more granular understanding of the Chinese market, making products that appeal to the Chinese consumer, and finding ways to market and distribute them effectively—all while contending with increasingly formidable Chinese competitors."
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Trechos retirados de "A truer picture of China’s export machine" incluído no The McKinsey Quarterly.
quinta-feira, setembro 30, 2010
Para quem se queixa da China... (parte II)
Continuado daqui.
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FULL VALUE COST = EXPECTED RETAIL PRICE - PROFIT
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"Clearly it is also the retailer's primary goal to ensure that ALL GARMENTS IN THE STORE SELL AT FULL RETAIL PRICE.
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Just to repeat, the difference between that goal and the present situation is markdown. Markdown is time-related. The longer the lead time, the greater the markdowns. Fashion designed a year in advance is an oxymoron and will simply be "in fashion". When lead times between designer's first sketch and in-store stock delivery approach a full year, we must expect that many garments will not sell and a 30%+ markdwn rate should be expected. As end consumers recognize that by waiting they can buy the same garment at a much reduced price, the markdown percentage of total sales can only continue to rise.
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The only way to break this vicious cycle is through SPEED-TO-MARKET."
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Speed-to-market... proximidade, proximidade.
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"With the move to a consumer-dominated consumer society and the ensuing markdown epidemic, speed-to-market has now evolved from being an interesting secondary cost advantage to a fundamental requirement in order to survive."
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"The advantages of speed-to-market are so compelling that brand name importers and retailers must make the necessary changes, regardless of how painful they are. Three potential benefits stand out:
- The garments will reflect the latest item;
- The garments will have design integrity;
- The customer can place trial orders.
O mundo de oportunidades que esta mudança acarreta... pena que muitas empresas portuguesas fiquem contentes com o regresso dos clientes que tinham ido para a Ásia sem perceber por que é que eles regressaram. Assim, não vão fazer valer uma proposta de valor do serviço e, muito provavelmente, continuarão na proposta de valor do preço mais baixo.
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Continua.
Um exemplo a emular por tantas empresas
Um exemplo para todos aqueles que julgam que a sua empresa não tem saída, que os clientes a estão a abandonar, que não consegue custos mais baixos que a concorrência.
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Não desespere, talvez haja uma alternativa:
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"reflects a new direction for a company that had previously based its competitive strategy on price and location." (Moi ici: uma estratégia que deixou de funcionar, em vez da lenta erosão... decidir mudar)
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"In a bland, undifferentiated market, consumers tended to buy paper and ink at one store or the other based on convenience, rather than any sense of brand loyalty" (Moi ici: se são todos iguais... que sentido faz ser leal? Não há diferença!)
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"the goal is not to find customers for your products, it's to make products for your customers." (Moi ici: quem são os clientes-alvo? Quais são as suas necessidades? O que procuram? O que lhes faz falta?)
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"If you wanted to understand the behaviors of a long lost tribe in the Amazon, you wouldn't send them a census survey. You'd observe them," ... "Ethnographies are a critical component of our innovation process.""
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Trecho retirado de "How to Kick Off an Innovation Project"
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Não desespere, talvez haja uma alternativa:
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"reflects a new direction for a company that had previously based its competitive strategy on price and location." (Moi ici: uma estratégia que deixou de funcionar, em vez da lenta erosão... decidir mudar)
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"In a bland, undifferentiated market, consumers tended to buy paper and ink at one store or the other based on convenience, rather than any sense of brand loyalty" (Moi ici: se são todos iguais... que sentido faz ser leal? Não há diferença!)
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"the goal is not to find customers for your products, it's to make products for your customers." (Moi ici: quem são os clientes-alvo? Quais são as suas necessidades? O que procuram? O que lhes faz falta?)
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"If you wanted to understand the behaviors of a long lost tribe in the Amazon, you wouldn't send them a census survey. You'd observe them," ... "Ethnographies are a critical component of our innovation process.""
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Trecho retirado de "How to Kick Off an Innovation Project"
Novos tempos - não é o stock é o fluxo
Comparar esta abordagem "Don't Protect Your Property" com esta outra experiência "How Chocolate Can Save the World"
Quem me dera não ter memória... era muito mais feliz
Hoje leio isto "Por favor, entendam-se" escrito pela mesma mão que há dois anos escrevia "O fundamental, neste momento, é que haja investimento. Sob a forma de investimento público ou em articulação com o sector privado. Já nem interessa se esse investimento é rentável ou não"
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Agora serve de pouco dizer que sempre tivemos razão "Nós vamos pagar caro este deboche, muito, mas muito caro."
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Agora serve de pouco dizer que sempre tivemos razão "Nós vamos pagar caro este deboche, muito, mas muito caro."
quarta-feira, setembro 29, 2010
Quem me dera não ter memória... era muito mais feliz
"Ora, a execução orçamental do primeiro semestre de 2010 mostra que o programa de consolidação está a produzir resultados. A despesa pública está abaixo do padrão de segurança. A receita fiscal aumentou, com especial significado para o IVA, o que é efeito e indicador da reanimação económica. De Janeiro a Junho, a receita fiscal aumentou 6,3%, cinco pontos acima do orçamentado. Também aumentou o volume das contribuições para a Segurança Social, outro sinal de recuperação da actividade das empresas.
Estamos, pois, a percorrer o caminho da consolidação das contas públicas. É um caminho necessário, para que Portugal contribua para a defesa da moeda única e disponha das melhores condições possíveis para o financiamento da sua economia!"
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"Estes são factos. Factos indesmentíveis. Uma boa execução orçamental no primeiro semestre, com a despesa abaixo do padrão de segurança. A economia está a crescer, puxada pelas exportações, e o desemprego registado começa a cair. Reduziram-se as desigualdades e o risco de pobreza atingiu o valor mais baixo de sempre. Caiu a taxa de abandono escolar, ou seja, há mais alunos na escola durante mais tempo e com melhores resultados."
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Estamos, pois, a percorrer o caminho da consolidação das contas públicas. É um caminho necessário, para que Portugal contribua para a defesa da moeda única e disponha das melhores condições possíveis para o financiamento da sua economia!"
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"Estes são factos. Factos indesmentíveis. Uma boa execução orçamental no primeiro semestre, com a despesa abaixo do padrão de segurança. A economia está a crescer, puxada pelas exportações, e o desemprego registado começa a cair. Reduziram-se as desigualdades e o risco de pobreza atingiu o valor mais baixo de sempre. Caiu a taxa de abandono escolar, ou seja, há mais alunos na escola durante mais tempo e com melhores resultados."
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O meu irmão algures nos anos 80 apareceu em casa com um LP de música e anedotas de um tal Juca Chaves "Sou sim e daí?" O cantor, no refrão ao menos era feliz
Trabalhar com um artesão não tem nada a ver com a experiência de trabalhar com um funcionário
Já aqui falei da minha oficina "Capital intelectual, a teoria e a prática."
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Hoje voltei à oficina para ir buscar um VW Golf com matrícula de 94 que guardo como recordação do meu pai.
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O mecânico, dono da oficina, contou-me, mostrou-me o que fez com o problema que o carro tinha.
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O que me impressionou foi o lidar com alguém que gosta do que faz, que conta as histórias com um brilho nos olhos. O homem não faz um frete, cada carro é um desafio pessoal.
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Haviam de ver o gosto com que contou como finalmente descobriu onde é que a ficha de testes deste modelo estava localizada.
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Trabalhar com um artesão não tem nada a ver com a experiência de trabalhar com um funcionário. E não é preciso ser patrão como a Linda demonstra ""
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Hoje voltei à oficina para ir buscar um VW Golf com matrícula de 94 que guardo como recordação do meu pai.
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O mecânico, dono da oficina, contou-me, mostrou-me o que fez com o problema que o carro tinha.
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O que me impressionou foi o lidar com alguém que gosta do que faz, que conta as histórias com um brilho nos olhos. O homem não faz um frete, cada carro é um desafio pessoal.
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Haviam de ver o gosto com que contou como finalmente descobriu onde é que a ficha de testes deste modelo estava localizada.
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Trabalhar com um artesão não tem nada a ver com a experiência de trabalhar com um funcionário. E não é preciso ser patrão como a Linda demonstra ""
Sem ir à raiz... é só treta!
Por causa disto "O défice da esquerda" que se traduz neste discurso "Governo tem margem para compensar aumento do salário mínimo" (BTW, será que os "especialistas" que o jornal menciona são a favor do aumento de impostos") que coincide no mesmo governo com este outro jogo do do gato e do rato.
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O artigo de Avelino Jesus explica por que é que é inútil aumentar os impostos neste momento, será lançar dinheiro para a fogueira sem ir ao fundo da questão, sem ir à raiz do problema.
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Se temos um Estado demasiado grande para a sociedade poder suportá-lo, como é que tornando a sociedade ainda mais pobre começamos a resolver o problema?
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O artigo de Avelino Jesus explica por que é que é inútil aumentar os impostos neste momento, será lançar dinheiro para a fogueira sem ir ao fundo da questão, sem ir à raiz do problema.
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Se temos um Estado demasiado grande para a sociedade poder suportá-lo, como é que tornando a sociedade ainda mais pobre começamos a resolver o problema?
Se fosse possível em Portugal...
Se isto "Parlamento islandês processa primeiro-ministro que governava quando país faliu" fosse possível em Portugal, talvez esta treta de discurso "Novo aeroporto e TGV devem avançar", diz António Mendonça" não fosse proferida, talvez estas dúbias actuações "GNR ofereceu blindados mas Governo quer comprar novos" não fossem ensaiadas.
De certa forma, mais batota
Por aqui somos fãs da batota.
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Este artigo "A Better Choosing Experience" de Sheena Iyengar e Kanika Agrawal na revista strategy+business destila 4 alternativas que podem ser seguidas para:
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"Don’t marketers have to give consumers what they want? Yes and no. We should give them what they really want, not what they say they want. When consumers say they want more choice, more often than not, they actually want a better choosing experience. They want to feel confident of their preferences and competent during the choosing process; they want to trust and enjoy their choices, not question them."
...
"But the heart of this method lies in better design of the shopping experience, fueled by better awareness of human capabilities. When you take this approach, the goal of your marketing is no longer to give people what they say they want. Instead, your goal is to invite consumers to enter into a collaborative, mutually beneficial relationship with you.
From the outset, your design shows them that you understand how they think and respect their desire for both control and simplicity. The message is clear: In the short run, you are helping them navigate a bewildering and even debilitating world of options. In the long run, you are inviting them to choose you."
.
Quantos de nós já desistiram de uma compra por receio de não fazerem a melhor opção? Por falta de informação? Por incapacidade de navegar numa mar de variedade e ausência de algoritmos de apoio à escolha... Em vez de "o que faz o produto?" seria útil o "qual é o seu estilo de vida? onde precisa de utilizar o produto, em que contexto?"
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Mais uma oportunidade de diferenciação e algo de cada vez mais urgente, dado o fim da sociedade de consumo massificado e a emergência dos "markets of one".
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Este artigo "A Better Choosing Experience" de Sheena Iyengar e Kanika Agrawal na revista strategy+business destila 4 alternativas que podem ser seguidas para:
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"Don’t marketers have to give consumers what they want? Yes and no. We should give them what they really want, not what they say they want. When consumers say they want more choice, more often than not, they actually want a better choosing experience. They want to feel confident of their preferences and competent during the choosing process; they want to trust and enjoy their choices, not question them."
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"But the heart of this method lies in better design of the shopping experience, fueled by better awareness of human capabilities. When you take this approach, the goal of your marketing is no longer to give people what they say they want. Instead, your goal is to invite consumers to enter into a collaborative, mutually beneficial relationship with you.
From the outset, your design shows them that you understand how they think and respect their desire for both control and simplicity. The message is clear: In the short run, you are helping them navigate a bewildering and even debilitating world of options. In the long run, you are inviting them to choose you."
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Quantos de nós já desistiram de uma compra por receio de não fazerem a melhor opção? Por falta de informação? Por incapacidade de navegar numa mar de variedade e ausência de algoritmos de apoio à escolha... Em vez de "o que faz o produto?" seria útil o "qual é o seu estilo de vida? onde precisa de utilizar o produto, em que contexto?"
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Mais uma oportunidade de diferenciação e algo de cada vez mais urgente, dado o fim da sociedade de consumo massificado e a emergência dos "markets of one".
terça-feira, setembro 28, 2010
7 o número mágico
Um artigo que era capaz de jurar que já tinha citado aqui no blogue, e no meu livro sobre o Balanced Scorecard, e que recordei durante uma formação sobre "Melhoria Contínua" na semana passada, é "The Magical Number Seven, Plus or Minus Two: Some Limits on Our Capacity for Processing Information" de George Miller.
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Sete mais ou menos dois é a regra que proponho às empresas para constituir um grupo para lidar com um projecto, uma iniciativa, um desafio.
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Claro... na administração pública tal é quase impossível. E então, se for na área da saúde é um caso perdido. Por cada elemento de medicina tem de entrar um de enfermagem, e mais x por especialidade, e mais x por categoria, e ... as famosas comissões de escolha.
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Pois bem, recordei-me do artigo de Miller por causa de desta nota "Effective Decision Making and the Rule of 7.
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Once you've got 7 people in a decision-making group, each additional member reduces decision effectiveness by 10%, according to Marcia W. Blenko, Michael C. Mankins, and Paul Rogers, authors of Decide & Deliver: 5 Steps to Breakthrough Performance in Your Organization. Thus, a group of 17 or more rarely makes any decisions."
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Sete mais ou menos dois é a regra que proponho às empresas para constituir um grupo para lidar com um projecto, uma iniciativa, um desafio.
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Claro... na administração pública tal é quase impossível. E então, se for na área da saúde é um caso perdido. Por cada elemento de medicina tem de entrar um de enfermagem, e mais x por especialidade, e mais x por categoria, e ... as famosas comissões de escolha.
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Pois bem, recordei-me do artigo de Miller por causa de desta nota "Effective Decision Making and the Rule of 7.
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Once you've got 7 people in a decision-making group, each additional member reduces decision effectiveness by 10%, according to Marcia W. Blenko, Michael C. Mankins, and Paul Rogers, authors of Decide & Deliver: 5 Steps to Breakthrough Performance in Your Organization. Thus, a group of 17 or more rarely makes any decisions."
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