Mostrar mensagens com a etiqueta pivoting. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pivoting. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, julho 16, 2020

"Being nimble is easier for a small structure "

“In the post-COVID-19 era, apart from those few sectors in which companies will benefit on average from strong tailwinds (most notably tech, health and wellness), the journey will be challenging and sometimes treacherous. For some, like entertainment, travel or hospitality, a return to a pre-pandemic environment is unimaginable in the foreseeable future (and maybe never in some cases…). For others, namely manufacturing or food, it is more about finding ways to adjust to the shock and capitalize on some new trends (like digital) to thrive in the post-pandemic era. Size also makes a difference. The difficulties tend to be greater for small businesses that, on average, operate on smaller cash reserves and thinner profit margins than large companies. Moving forward, most of them will be dealing with cost–revenue ratios that put them at a disadvantage compared to bigger rivals. But being small can offer some advantages in today’s world where flexibility and celerity can make all the difference in terms of adaptation. Being nimble is easier for a small structure than for an industrial behemoth.”

Trecho retirado de “COVID-19: The Great Reset” de Klaus Schwab.

quinta-feira, julho 09, 2020

Pivoting

Um artigo sobre aquilo que é apanágio das organizações que vivem do seu esforço e não podem contar com amigos em lugares de poder para lhes facilitar a vida, "How Businesses Have Successfully Pivoted During the Pandemic":
"The reality of how companies are dealing with the crisis and preparing for the recovery tells a very different story, one of pivoting to business models conducive to short-term survival along with long-term resilience and growth. Pivoting is a lateral move that creates enough value for the customer and the firm to share."

domingo, setembro 06, 2015

As melhores inovações começam assim

Há tempos favoritei mais um tweet de @EskoKilpi:
"The best opportunity to differentiate yourself and do something big and unique may be by defining a problem that no one else has seen"
Quando vejo alguém a apresentar algo inovador que vai mudar o mundo, lembro-me sempre do exemplo da Segway, o veículo que ia revolucionar o transporte urbano. Depois, lembro-me do comboio... começou como uma inovação a ser utilizada num campo muito restrito, o transporte de minério, porque o preço da alimentação das mulas de carga tinha disparado.
.
Assim, quando vejo uma inovação a ser aplicada num nicho muito específico fico sempre a pensar nos usos generalizados que pode vir a ter.
.
Aqui vai mais um caso "A New Facial Recognition Mobile App From Listerine Helps Blind People See Smiles".
.
As melhores inovações começam assim, dedicadas a um nicho muito específico, depois, com o tempo, a evolução leva-as para destinos nunca equacionados à partida.

sábado, agosto 31, 2013

As opções durante uma reconversão - parte IV

Eric Ries escreveu isto:
"Every entrepreneur eventually faces an overriding challenge in developing a successful product: deciding when to pivot and when to persevere. ... There is no way to remove the human element - vision, intuition, judgment - from the practice of entrepreneurship, nor would that be desirable. ... Companies that cannot bring themselves to pivot to a new direction on the basis of feedback from the marketplace can get stuck in the land of the living dead, neither growing enough nor dying, consuming resources and commitment from employees and other stakeholders but not moving ahead."
A pensar nas startups.
.
Eu, assim que li isto, pensei logo nas empresas que, perante uma mudança estrutural do mercado, continuam à espera que os "bons velhos tempos" regressem. Por isso, em vez de mudar, resolvem perseverar.
"The decision to pivot (Moi ici: De mudar de vida, de mudar de abordagem, de mudar de clientes, de mudar de oferta) is so difficult that many companies fail to make it."
Trechos retirados de "The Lean Startup"

segunda-feira, abril 18, 2011

Há uma etapa para o erro mas só aí, cuidado com as generalizações.

O José Silva do Norteamos, de vez em quando, conta-me casos de empresas enganadas, levadas à quasi-falência por causa desta moda da colocação do falhanço, do erro no altar da aprendizagem.
.
.
Acham que eu sou maluco? Acham que ninguém é tão maluco que ponha o erro num altar?
.
Vai uma aposta?
.
Na revista The Economist temos "Fail often, fail well".
.
.
Recordemos o afundanço da Aerosoles... um erro, uma falha de estratégia... alguém pode ganhar alguma coisa com um descalabro como esse?
.
No entanto, até acredito que há situações onde a única receita é falhar, falhar muitas vezes e rapidamente... para deixar de falhar.
.
Como conciliar?
.
O acetato 71 da apresentação incluída neste postal explica tudo:

Quando falamos de uma start-up faz sentido falar em falhar como uma abordagem natural:
Uma start-up não é uma réplica em escala reduzida de uma empresa. Uma start-up é uma experiência. Os empreendedores têm uma ideia que nunca foi testada no mercado. Essa ideia tem clientes? Quais? Onde estão? Essa ideia materializa-se em que tipo de produto ou serviço?
.
Qualquer start-up, numa fase inicial, está em modo "search", pesquisando sucessivas hipóteses de clientes e produto. Nesta fase o "fail often, fail well, fail fast" é fundamental: testar hipóteses sobre a combinação clientes-produto e descartar rapidamente as que não funcionam, o que apelidam de "pivoting".
.
Uma vez validada a hipótese clientes + "produto mínimo viável" (esta é outra história) termina a fase de "search" e começa a fase de "execution". Nessa nova fase não convém falhar e colocar o erro, a falha num altar, numa empresa que está na fase de execução é uma forma excelente de doirar a pílula e enganar os empresários.
.
A fase em que o erro é inevitável é uma fase onde se gasta pouco dinheiro, onde ainda se está em testes, onde ainda as coisas estão coladas com fita-cola e não existe produção em série.