- deixar os zombies morrerem;
- criar condições para que empresas mais produtivas anónimas, sem necessidade de contactos com o poder, apareçam.
"Productivity growth has been in the doldrums for years....Economists differ on whether the latest data is promising or worrying because the main reason productivity has improved is low-paid jobs being cut.These job losses have been centred on hospitality and retail, sectors that were especially hard hit by last year's increases in national insurance and the minimum wage....Economists at the Resolution Foundation think-tank believe job losses at failing "zombie" companies could bode well for the future, if they "begin to make room for more and better jobs to be created". But, they admit: "We haven't seen it yet."Saunders remains sceptical. "If you kill off the zombies. it's not creative destruction. It's just destruction.""
Matam-se os zombies ... e apenas temos silêncio ... e o que é o silêncio? Um sinal, como no conto dos mastins dos Baskerville, um sinal de que esse silêncio é relevante.
Esse silêncio sinaliza que a jogada "criar condições para que empresas mais produtivas anónimas, sem necessidade de contactos com o poder, apareçam" está a falhar. Por isso, este título "Não são elas que precisam de Portugal, Portugal é que precisa delas" e o que escrevi em "Descida do IRC é injusta".
O argumento de que a descida é “injusta” porque muitas empresas não pagam IRC parte de uma obsessão com as empresas existentes. É o mesmo erro conceptual que atravessa toda a discussão sobre produtividade. O problema nunca foi ajudar quem está; o problema é não criar condições para que apareçam empresas que hoje não existem — empresas capazes de pagar salários mais altos porque criam mais valor, não porque foram protegidas ou subsidiadas.
"Se nós eliminarmos a empresa mais improdutiva, a produtividade do sector sobe muitíssimo"
Erik Reinert escreveu qualquer coisa como:
"As was so obvious to American economists around 1820, a nation - just as a person - still cannot break such vicious circles without changing professions."Um país não consegue sair de círculos viciosos de pobreza apenas fazendo melhor o que já faz; tem de mudar de actividades, de sectores, de “profissões” económicas.
"It's no longer about how you do it; it's about what you do."
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