🚨 Il sommelier professionista Eric Boschman e una televisione belga hanno deciso di condurre un esperimento sugli organizzatori di un prestigioso concorso internazionale di vini. Hanno scelto in un supermercato a bordo strada una bottiglia del vino più economico, al costo di soli due euro e cinquanta centesimi, e poi l'hanno "rifinita" con cura. Le hanno attribuito un nome altisonante, "Le Chateau Colombier", hanno applicato un'etichetta elegante e inventato una storia: apparentemente, il vino era prodotto con varietà di uva belga di alta qualità. E in questa veste, l'hanno inviato al concorso. Incredibilmente, questo vino ha vinto una medaglia d'oro. I giudici hanno elogiato il suo ricco bouquet, il suo aroma impeccabile e la sua composizione insolita.
— Silvio Bertoldi (@SilviusBerthold) October 11, 2026
O vinho continuou exactamente igual. A medalha acrescentou-lhe um ingrediente precioso: a possibilidade de o elogiarmos sem receio de parecer que não percebemos de vinhos.
Faz-me recordar um comentário aqui no blogue, de 2013, sobre a Maconde:
"há alguns anos atrás, foi feito um teste "cego" à qualidade dos fatos de uma série de marcas. entre elas estava a antiga Maconde. e nesse teste cego, foi a preferida pelos consumidores, em Londres.
fizeram o mesmo teste, mas desta vez com as marcas, e ficou em último. literalmente em último."
O papel das marcas faz milagres.
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