"Last week it was revealed that the Treasury had scrapped numeracy tests from its graduate recruitment process in 2020, as there was "evidence of the test having an adverse impact on candidate diversity"....But Young need not have worried.His way of thinking - that cognitive elites are no more desirable than those based on birth, that inequality based on ability is no more desirable than that based on inheritance - is sadly deeply entrenched in Labour and indeed wider progressive thought. And the war on testing, in the name of widening opportunity, goes on relentlessly."
Será que, em nome da inclusão, estão a substituir critérios imperfeitos, mas visíveis, por mecanismos menos transparentes, que acabam por favorecer os mesmos de sempre?
Uma sociedade séria não escolhe entre mérito e inclusão; tenta preparar mais crianças para competir com mérito, mas nós gostamos de atalhos morais: se o exame é imperfeito, elimina-se o exame; se a exigência produz diferenças, suspeita-se da exigência; se a selecção formal incomoda, transfere-se a selecção para mecanismos invisíveis. O resultado é triste: em nome dos desfavorecidos, retiram-se critérios públicos e reforçam-se privilégios privados. A escada era imperfeita. Em vez de a alargar, desmonta-se. E depois admiram-se que continuem a subir os que já conheciam as traseiras do edifício.
Quando a selecção formal é abolida sem que se reduza a desigualdade real de preparação, a selecção tende a reaparecer por canais informais.
Trechos retirados de "British meritocracy is dead - killed in the name of inclusion" publicado no Sunday Telegraph de ontem.
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