""El conflicto en Oriente Medio está acelerando el traslado de la producción textil de Asia a Centroamérica"....De acuerdo con los últimos datos disponibles, las importaciones de producción textil que Estados Unidos realiza desde China han bajado desde el 40% que llegaron a suponer en el año 2010 al 15% al cierre del último ejercicio. Y todo apunta a que, debido a la incertidumbre geopolítica, la guerra y el aumento de los costes de transporte, este año se situará por debajo ya del 10%."
O artigo mostra que conflitos, tarifas, rotas marítimas e blocos comerciais já não são factores externos distantes. Estão a influenciar directamente as decisões de investimento, de sourcing e de localização fabril. Para muitas empresas, a estratégia industrial passou a incluir uma pergunta nova: onde devo produzir para reduzir a vulnerabilidade geopolítica?
É por isso que este caso merece atenção. A América Central não está a ganhar por imitar a Ásia. Está a ganhar por oferecer outra combinação de valor. Menos distância, menos atrito, melhor encaixe comercial com os Estados Unidos. Não é uma corrida para ser igual. É uma oportunidade de competir de forma diferente.
E talvez seja aqui que está a lição mais útil. Em mercados de concorrência imperfeita, o futuro raramente pertence a quem faz o mesmo mais barato. Pertence, muitas vezes, a quem redesenha a proposta de valor de forma mais inteligente.
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