quinta-feira, fevereiro 13, 2014

"Não fazemos arte depois de nos tornarmos artistas"

A propósito deste trecho:
"Mas continua a faltar um plano de acção e uma avaliação objectiva das metas atingidas para garantir que a inovação deixa de ser apenas uma palavra bonita nos discursos e passa a ser um verdadeiro agente dinamizador da economia."
Há momentos, a folhear um livro numa livraria deparei-me com a frase:
"Não fazemos arte depois de nos tornarmos artistas.
Tornamos-nos artistas ao fazer arte incessantemente."
Planos nacionais, planos top-down, para criar empresas inovadoras, geram equívocos chamados Qimondas.
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Os macacos não voam!

2 comentários:

João Pinto disse...

Planos nacionais não, mas planos sectoriais são benéficos.

Como sabe, o sector do calçado, por exemplo, tem um plano de ação a médio/longo prazo. É claro que se trata apenas de um conjunto de orientações que pode ou não ser seguido por cada empresa. Cada empresa é livre de seguir o seu próprio caminho.

Ainda há pouco li o plano de ação do sector do calçado, salvo erro para o período 2014-2020, e definam claramente quais são os instrumentos que as empresas devem seguir: inovação, aposta no luxo, moda, etc.

CCz disse...

Concordo, planos sectoriais podem ser benéficos. Em Janeiro de 2009 comentei o quanto gostei do Plano Estratégico do Calçado.

http://balancedscorecard.blogspot.pt/2009/01/um-bom-exemplo.html

Saliento esse ponto, não impõem um modelo único, oferecem várias alternativas aos associados.

Mas o ponto é que é um plano sectorial