Ghana är ett exempel där införandet av Marxism totalt förstört ett land. Men vi tar det från början. Fram till 1957 så var Ghana en av Afrikas rikaste koloni per capita, med £200 milj i reserver, inget underskott eller utländska lån. De hade fullt fungerande statsförvaltning > pic.twitter.com/A0XazKHau1
— Peter Wessberg 🇸🇪🇺🇦 (@PeterWessberg) August 23, 2026
Assim que vi este tweet, traduzo-o para:
"O Gana é um exemplo de como a introdução do marxismo destruiu completamente um país. Mas comecemos pelo início. Até 1957, o Gana era uma das colónias mais ricas de África em termos per capita, com 200 milhões de libras em reservas, sem défice ou empréstimos estrangeiros. Possuía um funcionalismo público plenamente operacional."
E sabem o que me veio à cabeça? A Europa!
A Europa, parece que está a seguir as pisadas dos países africanos como o Gana.
Se olharmos para a lista de empresas mais valiosas na bolsa de Nova Iorque em 1980 e em 2024, o que vemos?
Se olharmos para a lista de empresas mais valiosas na bolsa de Londres em 1980 e em 2024, o que vemos?
Se olharmos para a lista de empresas mais valiosas na bolsa de Frankfurt em 1980 e em 2024, o que vemos?
"A recomendação contida no subtítulo da capa [Moi ici: A capa de um número da revista The Economist sobre o apocalipse de empregos, de Maio deste ano], "esperar pelo melhor, planear para o pior", evidencia a falência analítica e a complacência do pensamento neoliberal. Tratar a substituição do trabalho humano como uma fatalidade meteorológica, e não como o resultado de escolhas políticas e de modelos de governação corporate, é um erro crasso. O combate exige intervenção soberana: tributação progressiva sobre o capital tecnológico, regulação estrita da autonomia algorítmica e a redesenho dos sistemas de redistribuição, sob pena de o vórtice ilustrado se transformar na sepultura da própria ordem democrática."
Logo faria as malas deste local cada vez mais socialista. Foco na redistribuição e medo da morte dos incumbentes. Imaginem o choque e o impacte do encerramento puro e duro da VW na Alemanha, depois imaginem todos os recursos encalhados nessa empresa a terem de ser mobilizados noutros projectos mais produtivos...
A Europa sofre a mesma doença que Portugal: a de Caim.%2013.23.jpeg)


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