sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Curiosidade do dia

 


Weird!!!

Eu sou um consultor anónimo de província, numa região pobre e afastada dos centros de excelência europeus. Eu leio e ouço o chanceler Merz e sei que ele está errado ao dizer isto.

Quando se está no quadrante 1, não adianta correr mais depressa; é preciso mudar de jogo, mudar de quadrante.

Repito-me: Qual é a 1ª lei da teoria dos jogos? Do not play a strictly dominated strategy. Eu traduzo:

Recuo aos meus anos 90 para recordar a metáfora da floresta errada que aprendi com Henry Mintzberg. A imagem da "floresta errada" indica que não basta executar bem ou optimizar processos; é preciso garantir que estamos no contexto, no mercado e no posicionamento certos.

Quando uma organização um país está no quadrante 1 (competição por preço, margens comprimidas, substituibilidade elevada), pode tornar-se extremamente eficiente. Pode melhorar processos, reduzir desperdícios, optimizar fluxos, automatizar. Pode até ganhar prémios de excelência operacional.
Mas continua na floresta errada.

Eficiência ≠ estratégia.
Melhoria contínua ≠ mudança de posicionamento.
Conformidade ≠ criação de valor diferencial.

Muitas PME industriais países vivem esta armadilha. Investem enorme energia em optimização interna, e isso é necessário, mas não questionam o enquadramento competitivo. Não perguntam:
  • Estamos a competir onde há margem?
  • Temos vantagem competitiva?
A transição para o Quadrante 3 ou 4 não é uma melhoria incremental. É uma deslocação de floresta. A transição de quadrante para países é seguir a teoria dos flying geese.


"Work harder" não faz os países evoluírem nas linhas horizontais da figura.

Os que lhe batem palmas são os membros da DVD leadership team.

Lembro o que escrevi acerca da competitividade.

Mas quem sou eu ...



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