Os canadianos em 2017 já avançavam com uma solução para baixar a despesa do Estado: "Medically assisted deaths could save millions in health care spending: Report".
Na passada terça-feira encontrei "One-year-old with brain damage euthanised in the Netherlands" no Telegraph:
"A one-year-old has become the world's youngest known person to die by euthanasia.
The Infant died at the end of last year, a Dutch review board revealed, after previously reporting only that the child had been under 12. The child of "almost 24 months".
Em Dominion, Tom Holland chama a atenção para uma marca da transformação moral associada à difusão do cristianismo: segundo ele, os arqueólogos encontram pequenos ossos de recém-nascidos nos esgotos romanos anteriores à cristianização, mas deixam de encontrá-los nos períodos posteriores. O abandono de crianças, antes aceite, passou a ser visto de outra maneira.
É difícil não pensar nisso ao ler a notícia de que, nos Países Baixos, uma criança de um ano morreu com lesões cerebrais graves e sofrimento considerado insuportável. Em que condições aceitamos que outros decidam pôr termo à vida de uma criança que não pode decidir por si?
Será rebuscado pensar que os activos do futuro não vão querer continuar a pagar as pensões e reformas dos inactivos do futuro e verão na eutanásia, por indicação médica, naturalmente, uma forma de fazer o serviço?
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