"A charity run by the Green Party's Makerfield by-election candidate called on Britain's farming sector to be "decolonised" and shared guidance suggesting perfectionism and a sense of urgency were examples of "white supremacy culture".
Sarah Wakefield, the executive director of the environmental charity Eating Better, was announced as the party's candidate on Tuesday.
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Eating Better regularly carries out workshops encouraging "decolonial decision-making" and creating "intentionally inclusive spaces" in farming. Sessions also teach participants to "understand the unseen advantages they may have had", its website states.
Last year the charity shared a report that listed " defensiveness", "perfectionism" and "a sense of urgency" as examples of "white supremacy culture" and suggested ways to challenge "colonial power and legacies" in the food system."
Retirado do The Times de hoje.
Ao que parece, o grande problema da agricultura britânica já não é a produtividade, nem a energia, nem os fertilizantes, nem o clima, nem a viabilidade das explorações. É a urgência. E talvez o perfeccionismo. O agricultor que se levanta às cinco da manhã para salvar a colheita, afinal, não está a trabalhar: está a reproduzir estruturas de opressão com botas de borracha. Fiquei a recordar Pepponne e Don Camilo a alimentar as vacas em segredo durante uma greve dos trabalhadores de uma quinta.
A ligação a Jordan Peterson é quase inevitável: na sua leitura simbólica de Génesis, a serpente representa a voz sedutora do caos dentro do jardim ordenado. O problema começa quando se tem tanta compaixão pela serpente que se esquece o jardim.
Aqui, a serpente aparece disfarçada de linguagem moral sofisticada: promete justiça, inclusão e redenção; mas, pelo caminho, começa a tratar a competência, a urgência e o cuidado em fazer bem como pecados ideológicos.
Peterson tem uma boa imagem para isto: quando se convida a serpente a dirigir a quinta, não devemos ficar surpreendidos se a colheita acabar mal.
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