"Drizzling olive oil on meals and having berries with breakfast are among the simple dietary changes that can slow down ageing and wrinkles, a study has suggested.Researchers found that people who eat lots of foods rich in polyphenols experience fewer age-related changes to their DNA."
sexta-feira, maio 15, 2026
Curiosidade do dia
Mais uma peça para o arsenal em construção dos produtores de azeite de modo extensivo. Recordar: "Perceber a necessidade de sair do carreiro" e, sobretudo, "Azeite - Inovar é mudar de quadrante, não só de produto (parte II)".
Azeite anti-rugas? Calma, ainda não vem com espelho na garrafa.
Mas a ciência começa a dar-nos uma boa desculpa para olhar para o azeite com outros olhos.
E aqui os azeites de produção extensiva têm uma história interessante para contar: quando vêm de olivais menos intensivos, de árvores mais expostas ao stress natural e de frutos bem trabalhados no lagar, podem apresentar níveis mais elevados de polifenóis, esses compostos antioxidantes que fazem bem ao azeite e, pelos vistos, também podem fazer companhia à nossa pele.
A mensagem não pode ser: "este azeite tira rugas". Ou melhor ainda: "este azeite pertence a uma forma de comer que ajuda o tempo a passar mais devagar."
Muitas vezes, o olival extensivo parece menos competitivo porque produz menos por hectare do que o olival intensivo ou superintensivo. Mas se conseguir associar-se à maior riqueza em polifenóis, pode deixar de competir no jogo do volume e passar a competir no jogo da diferenciação.
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