Quinta-feira passada recomendaram-me "Temos um nível de poder baixíssimo sobre os clientes da indústria automóvel" que começa assim:
"Nos últimos cinco anos houve um "pequeno movimento de concentração" na indústria dos moldes, aproveitando uma altura em que várias empresas estão em transição geracional, mas Nuno Silva sublinha que essa consolidação tem ainda de ser acelerada para o setor conseguir equilibrar os argumentos negociais com os grandes clientes, sobretudo no ramo automóvel que assegura 80% das encomendas."
Trabalhar um produto de baixo valor acrescentado, feito por encomenda num mercado com muita oferta e querer ter poder negocial? Come on!
O que aprendi sobre moldes em 2017 - Temos ainda muito trabalho por fazer.
O que recomendo às empresas há muito tempo:
- Cuidado com a pedofilia (Junho de 2011)
- Fornecer a Autoeuropa não é necessariamente uma boa decisão para uma PME portuguesa-tipo (Outubro de 2012)
- Mais um exemplo de subida na escala do preço (Fevereiro de 2014)
- Cuidado com a pedofilia empresarial (Outubro de 2014)
- Um exemplo - Dezembro de 2015 - A prova do tempo... tudo por causa de um Pingo Doce
Ainda no mesmo artigo, quer-se subir na escala de valor, mas quer-se dinheiro barato emprestado para adiantar as encomendas, não para investir, ou seja o clássico de Spender que citei em 2015 em Apesar das boas intenções:
"The funds flowed selectively into the least viable part of the industry, preventing change, and subsidized competition".
Arrisco dizer que muitos apoios não são para criar o futuro, mas para baixar custos de produção... recordar Uma espécie de esquema Ponzi
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