Agora até me veio à mente o título do artigo, "Don't collaborate, compete".
Em Outubro passado escrevi Uma advertência sobre o termo "involution", a impiedosa competição interna no mercado chinês. Aliás, a estória recente de um sensor ilustra o fenómeno.
Ontem no Twitter encontrei isto:
Robotics firms in Shenzhen by segment:
— Kyle Chan (@kyleichan) April 25, 2026
- Control systems: ~3,600
- Cloud “brain”: ~3,000
- Energy & communications systems: ~1,700
- Actuation systems: ~600
- Sensing/perception systems: ~550
- Drive systems: ~420
- Structural systems: ~330
- Transmission systems: ~160
From the… pic.twitter.com/Z9QkjaFU16
Isto é ainda mais incrível do que os números do Japão, que já era uma economia madura. Shenzhen, uau, .... faz-me lembrar Baltimore e o carro em 1919.
BTW, com a ajuda do título do artigo, "Don't collaborate, compete", o ChatGPT diz-me que o artigo foi publicado em 9 de Junho de 1990 e teria esta tabela:
| Indústria | Nº estimado de concorrentes japoneses |
|---|---|
| Automóveis | 9 |
| Pneus para camiões e autocarros | 5 |
| Camiões | 11 |
| Máquinas-ferramentas | 112 |
| Semicondutores | 34 |
| Auto equipment | 25 |
| Computadores pessoais | 16 |
| Câmaras | 15 |
| Copiadoras | 14 |
| Televisores | 15 |
| Videogravadores | 10 |
Entretanto, outra fonte encaminhou-me para esta outra tabela:
E nós, por cá, entretidos com guerras de alecrim e de mangerona.
%2017.50.jpeg)

Sem comentários:
Enviar um comentário
Pode assinar a nossa newsletter em http://eepurl.com/bJyfUr