E o ciclo começa a fechar-se, outra vez:
"O motor do crescimento da economia portuguesa este ano vai voltar a ser o consumo privado, que vai superar o crescimento do investimento pela primeira vez em muitos anos, e isso é “uma preocupação” para o governador do Banco de Portugal, Mário Centeno."
O alinhamento continua a fazer-se para o cumprimento da profecia mais fácil de sempre:
Pena que os defensores do fim da austeridade, das reversões e do virar da página não apareçam agora a dar a cara.
Crianças, não praticam a temperança, depois culpam os outros pelo destino a que chegam. O não-fragilista prepara-se para os problemas, para o fragilista:
"chega a hora de culpar os outros pelos problemas que não souberam prever, não quiseram prever, ou que ajudaram a criar."
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