.
Será que todos eles fazem sentido? Será que alguns deles ou a maioria, não funcionam como delapidadores do grosso da contribuição obtida de um número restrito?
.
Peter Drucker escreveu que era muito difícil a uma empresa cortar com o passado, acabar com antigas legendas de vendas que evoluíram para cães rafeiros, eliminar os seus filhos que nunca saíram da cepa torta ou deixaram de ser rentáveis.
.
É fácil racionalizar mil e uma justificações para evitar cortar, para ampliar a gama de oferta.~
.
Eis um artigo interessante que equaciona o tema e dá algumas pistas para o começo da sua resolução "Products, Products Everywhere".
.
O excesso de escolha não é um tema novo neste blogue, aqui abordamos o ponto de vista do cliente (Barry Schwartz e o paradoxo da escolha). Agora, abordamos o ponto de vista do produtor.
.
BTW, vale a pena rever a apresentação de Barry Schwartz.
para quando uma "live session" de leitores/ comentadores deste blog? (mais uma francesinha??? XD)
ResponderEliminarCan you elaborate a little more on that Spider John?
ResponderEliminarEsta situação deixa-nos uma problemática, então em mercados (pequenos) de alguma forma isolados por distâncias geográficas, em sector essencialmente de comércio, onde a quebra gerada pela crise leva a uma fuga de população na ordem dos 15%, com uma escassez de dinheiro a circular no mercado... como é que se leva um cliente a fazer estas escolhas??? fica muito mais exposto à crise, a entrar em default, porque a variedade de oferta é quase a única hipótese que este tem... redução de stocks sim... redução de gamas de oferta... tenho alguma dificuldade em encontrar vantagens... (a cidade existe, Bragança)
ResponderEliminarCaro Nuno,
ResponderEliminar.
No início da década, trabalhei com uma empresa têxtil que produzia e comercializava sob 2 marcas. Estes eram os números que recordo:
.
"A empresa em 2003 colocou no mercado cerca de 250 conjuntos, na marca ALFA 26 referências foram responsáveis por 50% das vendas da marca, na marca BETA 13 referências foram responsáveis por 52% das vendas da marca."
.
39 artigos representavam mais de 50% das vendas. Ou seja, muitos recursos, demasiados recursos desviados e ocupados por artigos que nunca vão vender... a empresa vai perder dinheiro com eles.
.
No caso que relata, de quantas referências falamos por categoria de produto, será que todas têm a mesma procura? Duvido!
.
Quem são os clientes-alvo?
pois...tb não sei bem como, mas pareceu-me um bom bitaite... XD
ResponderEliminarMas se calhar... um post a medir eventuais interesses em participar num jantarito... e depois decidir em função do interesse gerado...
Milhares de referencias de um grupo de produtos.
ResponderEliminarOs clientes-alvo naturais faliram quase todos (construtores), o que obrigou a redireccionar para cliente final.
Quanto a mim o problema e a nossa falta de gente, adicionada a distancias que invalidam a rentabilidade quando procuramos novos mercados, o que acrescido ser unicamente uma empresa comercial limita mtas opcoes.
Reducao de dimensao com despedimentos assegurados parece o unico caminho disponivel... Isto se nos assegurar volumes para fazer face aos endividamentos...
Esta situacao sera transversal a maior parte do tecido empresarial transmontano, que se cinge acima de 80% ao ramo comercial...
(Peco desculpa pelo portugues porque estou a escrever num blacberry e nao tem todas foneticas)
Quanto ao desafio do john concordo plenamente, e quanto antes melhor! :D
A estória de um aluno que aplicou os conceitos de proposta de valor e clientes-alvo, e que reduziu o portfolio de produtos eliminando os que não tinham saída relevante:
ResponderEliminar.
http://balancedscorecard.blogspot.com/2006/06/brilhante.html
.
http://balancedscorecard.blogspot.com/2006/12/outra-vez-brilhante.html
.
http://balancedscorecard.blogspot.com/2008/01/quando-ningum-se-diferencia-to-fcil.html
.
Vou propor um jantar para leitores, comentadores e curiosos do blogue.
ResponderEliminarDesculpem a intromissão para aconselhar uma possível discussão: segundo dados que vou conhecendo através dos jornais a marca portuguesa de vestuário cheyenne entrou em insolvência. Sabe-se que tinha marca própria e, de acordo com o feed back de alguns clientes, estavam satisfeitos com a qualidade dos produtos.
ResponderEliminarQual a razão de ter falhado?
John já fiz um postal sobre o tema
ResponderEliminar