Formação: Revamping de sistemas ISO 9001 . Ou, como aproveitar a revisão da ISO 9001, prevista para o Outono de 2008, para relacionar o sistema de gestão da qualidade com os resultados desejados para o negócio.
Cara Teresa, . Como diria Bart Simpson "Prepare to be dazzled!" . Carlemany desconfio que seja a versão "corrompida" (catalã), e com isto passo a ser persona non grata na Catalunha, do rei dos francos que conquistou a Saxónia e que, julgo, foi coroado imperador pelo papa da altura. The one and only Carlos Magno. . Sempre que vejo adjectivo Magno incluído num nome lembro-me sempre de Pompeu. . A escritora Colleen McCullough (australiana?) tem uma série de livros, romances históricos, que contam o apogeu e estertor da República Romana, desde a chegada do Caio Mário ao consulado, até à morte de Pompeu. . Nesses livros, Pompeu é apresentado como um valente guerreiro mas cá com um feitio. Queria que todos o tratassem por Magno, por causa de Alexandre. . Coitado, acabou com a cabeça dentro de uma caixa oferecida como presente ao seu inimigo, Júlio César, pelo jovem faraó do Egipto. . Como os romanos não toleravam que se tocasse no cabelo de outro romano, mesmo que fosse um inimigo. O faraó foi morto, ou deportado, e a sua ambiciosa irmã Cleopatra subiu ao poder... mein gott onde isto já vai.
Que simpatia de me responder depressa e bem. Mas eu tinha a certeza qua o ccz. sabia. Eu cá também pensei de que o nome estivesse mal escrito, mas o Carlos Magno é que nunca me veio à ideia. Hoje fui buscar à biblioteca "Auf der Suche nach einer besseren Welt". Os outros livros a que se referiu, conhece-os superficialmente. Deste nunca tinha ouvido falar. Bem, eu nunca aprofundei o Popper, mas sim o Wittgenstein. A história do meu professor conta-lha para a próxima. A Colleen McCullough nao foi aquela escritora australíana que escreveu um livro sobre o amor de um padre? Foi aqui na TV um sucesso. Muitos agradecimentos de um Düsseldorf que felizmente arrefeceu.
Cá estou eu a incomodá-lo.
ResponderEliminarSabe quem e CARLEMANY?
Obrigada!
Cara Teresa,
ResponderEliminar.
Como diria Bart Simpson "Prepare to be dazzled!"
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Carlemany desconfio que seja a versão "corrompida" (catalã), e com isto passo a ser persona non grata na Catalunha, do rei dos francos que conquistou a Saxónia e que, julgo, foi coroado imperador pelo papa da altura. The one and only Carlos Magno.
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Sempre que vejo adjectivo Magno incluído num nome lembro-me sempre de Pompeu.
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A escritora Colleen McCullough (australiana?) tem uma série de livros, romances históricos, que contam o apogeu e estertor da República Romana, desde a chegada do Caio Mário ao consulado, até à morte de Pompeu.
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Nesses livros, Pompeu é apresentado como um valente guerreiro mas cá com um feitio. Queria que todos o tratassem por Magno, por causa de Alexandre.
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Coitado, acabou com a cabeça dentro de uma caixa oferecida como presente ao seu inimigo, Júlio César, pelo jovem faraó do Egipto.
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Como os romanos não toleravam que se tocasse no cabelo de outro romano, mesmo que fosse um inimigo. O faraó foi morto, ou deportado, e a sua ambiciosa irmã Cleopatra subiu ao poder... mein gott onde isto já vai.
Que simpatia de me responder depressa e bem.
ResponderEliminarMas eu tinha a certeza qua o ccz. sabia.
Eu cá também pensei de que o nome estivesse mal escrito, mas o Carlos Magno é que nunca me veio à ideia.
Hoje fui buscar à biblioteca "Auf der Suche nach einer besseren Welt". Os outros livros a que se referiu, conhece-os superficialmente. Deste nunca tinha ouvido falar. Bem, eu nunca
aprofundei o Popper, mas sim o Wittgenstein. A história do meu professor conta-lha para a próxima.
A Colleen McCullough nao foi aquela escritora australíana que escreveu um livro sobre o amor de um padre? Foi aqui na TV um sucesso.
Muitos agradecimentos de um Düsseldorf que felizmente arrefeceu.