A marca é uma representação de algo. E esse algo pode variar. Pode ser um produto, porque tem determinadas características funcionais. Pode ser uma forma de fazer. Pode ser a satisfação dum dado benefício. Para mim, a marca representa, essencialmente, uma resposta, uma resposta específica a uma necessidade específica.
"Loja do chinês" é uma marca porque representa imediatamente um tipo de resposta inconfundível a um tipo de necessidade concreta e específica. "Loja do cidadão" idem. Coca-Cola idem. Ikea idem. McDonalds idem. Redsigma idem. E a marca de vinhos referida no texto idem. Depois, se a marca representa uma resposta que é inseparável dum atributo/ produto real, então quando a associação entre a marca e o produto falha, ou se o produto falha… a marca falha. Se o Ikea deixasse de ter produto barato… Se um vinho do Porto de repente começasse a ser obtido a partir de vinhas plantadas no Algarve… Se a McDonalds abandonasse o burger e começasse com cozinha tradicional… Se na Loja do Cidadao começasse a reencaminhar-nos para as repartições… Se os CTT começassem a perder a correspondência… hmmm... problema, problema...
Em suma, consigo pensar numa marca sem produto, como consigo pensar em marcas que morrem se falhar o produto. Tudo depende da necessidade a que respondem, e da forma da resposta que usaram para chegar até ao cliente.
Uma correcção, que é explosiva!!!! (cuidado!!!) No comentário anterior, em vez de redsigma, leia-se Carlos P. da Cruz... (a validar um dia destes pessoalmente) :)
O meu vislumbre é este:... Existe uma resposta, um fornecedor específico, para um "mix" específico de benefícios procurados. Esta associação é despoletada em dois momentos: * é resultado dum "processo" de comunicação inicial; * e/ou é feita por quem já contactou com essa resposta (quando tenha sido pela vivência directa que ela se estabeleceu - contacto pessoal, livro, blog...). Então... "Redsigma" é a marca que gera e defende essa associação? Ou é "ccz"? Ou é "C.P.Cruz"? Ou... qual delas é mais associado a essa resposta? e algum deles não é nada associado, e, sendo assim, não é marca, porque não representa, e torna-se dispensável?...
A marca é uma representação de algo.
ResponderEliminarE esse algo pode variar. Pode ser um produto, porque tem determinadas características funcionais. Pode ser uma forma de fazer. Pode ser a satisfação dum dado benefício.
Para mim, a marca representa, essencialmente, uma resposta, uma resposta específica a uma necessidade específica.
"Loja do chinês" é uma marca porque representa imediatamente um tipo de resposta inconfundível a um tipo de necessidade concreta e específica. "Loja do cidadão" idem. Coca-Cola idem. Ikea idem. McDonalds idem. Redsigma idem. E a marca de vinhos referida no texto idem.
Depois, se a marca representa uma resposta que é inseparável dum atributo/ produto real, então quando a associação entre a marca e o produto falha, ou se o produto falha… a marca falha.
Se o Ikea deixasse de ter produto barato…
Se um vinho do Porto de repente começasse a ser obtido a partir de vinhas plantadas no Algarve…
Se a McDonalds abandonasse o burger e começasse com cozinha tradicional…
Se na Loja do Cidadao começasse a reencaminhar-nos para as repartições…
Se os CTT começassem a perder a correspondência…
hmmm... problema, problema...
Em suma, consigo pensar numa marca sem produto, como consigo pensar em marcas que morrem se falhar o produto. Tudo depende da necessidade a que respondem, e da forma da resposta que usaram para chegar até ao cliente.
Uma correcção, que é explosiva!!!! (cuidado!!!)
ResponderEliminarNo comentário anterior, em vez de redsigma, leia-se Carlos P. da Cruz... (a validar um dia destes pessoalmente) :)
Redsigma vs ccz ???
ResponderEliminarO meu vislumbre é este:...
ResponderEliminarExiste uma resposta, um fornecedor específico, para um "mix" específico de benefícios procurados.
Esta associação é despoletada em dois momentos:
* é resultado dum "processo" de comunicação inicial;
* e/ou é feita por quem já contactou com essa resposta (quando tenha sido pela vivência directa que ela se estabeleceu - contacto pessoal, livro, blog...).
Então...
"Redsigma" é a marca que gera e defende essa associação?
Ou é "ccz"?
Ou é "C.P.Cruz"?
Ou... qual delas é mais associado a essa resposta? e algum deles não é nada associado, e, sendo assim, não é marca, porque não representa, e torna-se dispensável?...