sábado, maio 21, 2016

Curiosidade do dia

"Além de endividar o país, a minha geração também blindou os seus direitos insustentáveis em leis, regulamentos e instituições. Sucessivos governos atribuíram aos cidadãos inúmeras benesses, alegadamente universais. Só que, com o fim do endividamento, a segurança no emprego, pensões generosas e outros privilégios acabaram atribuídos apenas aos que as conceberam. Os jovens de hoje sabem que não poderão gozar daquilo que os seus pais tiveram. Sobretudo porque essas exigências exageradas entopem o crescimento. De facto, além das benesses, Portugal foi adoptando leis de país rico, que a produtividade não suporta. Imposições de toda a ordem sobrecarregam as empresas, prejudicam a competitividade e alimentam exércitos de fiscais, funcionários e advogados.
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Estes dois erros da minha geração, falta de capital e excesso de regulamentação, são as razões da estagnação. Ambas, desequilíbrio financeiro e carga normativa, estorvam a inovação, empatam o investimento, paralisam o progresso"

Trecho retirado de "Os filhos da adesão"

9 comentários:

CCz disse...

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/teodora_cardoso_risco_de_resgate_nunca_esta_afastado.html

CCz disse...

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/actividade_economica_em_queda_ha_cinco_meses.html

CCz disse...

http://economico.sapo.pt/noticias/balanca-de-pagamentos-volta-a-ter-saldo-negativo_249719.html

CCz disse...

http://observador.pt/2016/05/18/insolvencias-de-empresas-aumentaram-18-ate-abril/

CCz disse...

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-05-17-Conselho-de-Financas-Publicas-volta-a-duvidar-de-contas-do-Governo

CCz disse...

https://twitter.com/antoniocostaama/status/734288190874517504

CCz disse...

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/actividade_economica_em_queda_ha_cinco_meses.html

CCz disse...

https://www.publico.pt/economia/noticia/economia-acentuou-tendencia-de-abrandamento-no-inicio-de-2016-1731863

CCz disse...

http://observador.pt/2016/04/26/defice-agrava-108-milhoes-no-primeiro-trimestre/